Brasil registra mais de mil mortes por Covid-19 pela 1ª vez desde setembro | Fábio Campana

Brasil registra mais de mil mortes por Covid-19 pela 1ª vez desde setembro

Bares e points do Rio que antes ficavam lotados agora dão lugar ao vazio do  isolamento social, motivado pelo coronavírus - Jornal O GloboPela primeira vez desde setembro, o Brasil ultrapassou a marca de mil mortes por Covid-19 notificadas em 24 horas. Nesta quinta-feira foram registrados 1.054 óbitos. O número não é tão alto desde 15 de setembro, quando 1.090 mortes foram notificadas pelas secretarias estaduais de saúde. O país totaliza 184.876 vidas perdidas para o novo coronavírus. A média móvel de mortes ficou em 725, a maior desde 22 de setembro.

Foram notificados 68.832 novos casos de Covid-19, elevando para 7.111.527 o total de infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel de casos foi 46.855, a maior desde o início da pandemia no país.

O alto número de casos e mortes registrados nesta quinta-feira pode ser justificado pelo estado de São Paulo, que na quarta não divulgou os dados de Covid-19. Hoje foram notificadas 399 mortes e 20.303 casos.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão. As informações são d’O Globo.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Pazuello prevê entregar 24,5 milhões de doses de vacina contra Covid já em janeiro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quinta-feira que a previsão da pasta é distribuir as doses de vacina contra a Covid-19 em meados de janeiro. Na estimativa ele detalhou as entregas que espera, sendo 9 milhões de doses da CoronaVac, 15 milhões da Astrazeneca em parceria com a Fiocruz, e 500 mil da Pfizer, para o primeiro mês de 2021.

Segundo Pazuello, “o processo diário” informará a data exata do trâmite, que também depende do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ministro participou de uma sessão de debates sobre o tema no Senado. O governador do Piauí, Wellington Dias, relatou que, em conversa com governadores na última quarta-feira, Pazuello afirmou que seria possível iniciar a vacinação até o dia 21 de janeiro.


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