Goura propõe políticas municipais para enfrentar a crise da falta da água | Fábio Campana

Goura propõe políticas municipais para enfrentar a crise da falta da água

A crise hídrica que Curitiba e Região Metropolitana enfrentam deste o ano passado não é apenas reflexo da escassez de chuvas. “A Prefeitura de Curitiba pode e deve atuar para criar políticas públicas de preservação ambiental que reflitam na melhoria do abastecimento de água. Tem que ser uma política metropolitana e integrada entre todos os municípios”, disse Goura.

O candidato do PDT à Prefeitura de Curitiba, participou, na tarde desta terça-feira (27), da sabatina promovida pelo Br Cidades (Projeto Brasil Cidades), que é uma rede que visa construir coletivamente cidades mais justas, solidárias, economicamente dinâmicas e ambientalmente sustentáveis.

Segundo ele, a integração e a visão metropolitana vão garantir a proteção dos mananciais e a criação de projetos preventivos. Ações que podem atenuar situações como a que a população está enfrentando, com rodízios no abastecimento e transtornos no seu cotidiano.

O pedetista alertou que é preciso uma política que garanta acesso a saneamento básico para a população, o que ajuda a reduzir a agressão aos rios e mananciais de Curitiba e região. Para Goura, não é possível que uma cidade rica como a capital possa continuar convivendo com essas desigualdades.

Enfrentar as desigualdades sociais

“Entendo que Curitiba deva enfrentar de frente as profundas desigualdades sociais, com o direito fundamental à água e saneamento. Boa parte da população não tem acesso. A gente tem que ter uma gestão das águas, pois a crise hídrica não é só da região metropolitana. Curitiba deve garantir que fundos e tributos sejam usados para preservação dos mananciais. Não é só falta de chuva, mas de políticas publicas preventivas”, disse o Goura.

Um grande mutirão terá de ser feito para que a Prefeitura de Curitiba tenha condições de influenciar nessas políticas de proteção de nossas águas que hoje não são lembradas pela atual gestão.

Por isso, o Goura anunciou na sabatina ser necessário “junto com o terceiro setor e os especialistas nas universidades uma ação forte de preservação e recuperação dos nossos rios, com um diagnóstico constante, os locais onde o esgoto não está presente, e cobrando da Sanepar, que recebe bem para isso, para garantir (a ligação de água e esgoto) para quem mais precisa”.


Um comentário

  1. pitbull
    quarta-feira, 28 de outubro de 2020 – 16:07 hs

    É competência do Estado, pra isto existe a Sanepar

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