Carol Arns vai se concentrar em reduto da família, as APAES | Fábio Campana

Carol Arns vai se concentrar em reduto da família, as APAES

“As escolas especiais são uma dádiva que a Prefeitura de Curitiba não sabe reconhecer”, afirma Carol Arns, candidata a prefeita de Curitiba pelo Podemos. As APAES e, especialmente, a imagem de Zilda Arns e seu trabalho, tem servido de base para as campanhas eleitorais do clã. Flávio Arns se elegeu deputado, senador, vice-governador, foi secretário de Educação de Beto Richa, com a força que a rede de APAES lhe entregou.

Agora é a vez de Carol Arns, filha de Flávio Arns, sobrinha neta de Zilda Arns e de Dom Paulo Evaristo Arns, testar a força do sobrenome e a adesão das APAES. Em reunião com as entidades que atuam na área da pessoa com deficiência em Curitiba nesta terça-feira (06), a candidata Carol Arns (Podemos) defendeu a coexistência entre o ensino ofertado nas escolas especiais e a inclusão nas escolas comuns. “Precisamos avançar nas políticas públicas para as pessoas com deficiência e deixar todas as portas abertas para que as famílias tenham liberdade e autonomia para escolher o tipo de atendimento que seja melhor para seus filhos”, destacou.

Curitiba conta hoje com 33 escolas especiais na modalidade de educação especial. Na opinião da candidata, o trabalho dessas organizações precisa de mais apoio e reconhecimento por parte da Prefeitura. “É necessário fortalecer a parceria com a rede conveniada para permitir a expansão das matrículas em função da limitação da capacidade de atendimento nas escolas municipais de educação especial”, disse.

Carol também ressaltou o desafio que escolas e famílias estão enfrentando com a pandemia. “Precisamos de um plano que seja construído em conjunto. Vamos dialogar. Não tomaremos nenhuma decisão sem ouvir as entidades e as famílias e construiremos uma alternativa juntos”, afirmou.

Inclusão responsável
Em relação ao atendimento das pessoas com deficiência nas escolas municipais, Carol defendeu que a inclusão ocorra de forma responsável. “Isso significa entender quais são as especificidades de cada aluno para poder atender suas necessidades, dando condições para que as escolas ofertem um atendimento de qualidade e verdadeiramente inclusivo”, completou.


2 comentários

  1. Observador
    quarta-feira, 7 de outubro de 2020 – 18:54 hs

    Na primeira olhada, achei que fosse a Gleisi Lula. Fisicamente é muito parecida!

  2. SERGIO SILVESTRE
    quinta-feira, 8 de outubro de 2020 – 9:56 hs

    Mas é muito parecida com nossa comandante abaixo do Lula.

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