Ministério Público do Paraná cumpre mandado em escritório do deputado federal Ricardo Barros, em Maringá | Fábio Campana

Ministério Público do Paraná cumpre mandado em escritório do deputado federal Ricardo Barros, em Maringá

Gaeco cumpre mandado em escritório do deputado Ricardo Barros  — Foto: Reprodução/RPC O Ministério Público do Paraná (MP-PR) cumpre um mandado judicial de busca e apreensão no escritório do deputado federal Ricardo Barros (PP), em Maringá, no norte do Paraná, na manhã desta quarta-feira (16).

Barros não atendeu às ligações.

A ação é realizada pelo do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e conta com a ajuda da ajuda da Polícia Civil.

Ainda não há detalhes sobre as supostas irregularidades investigadas. Além do escritório de Barros, há um mandado de busca em São Paulo.

Ricardo Barros é líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados desde agosto e foi ministro da Saúde de 2016 a 2018, durante o governo Temer. O parlamentar está no sexto mandato na Câmara e, antes, foi prefeito de Maringá. (G1)


3 comentários

  1. Maria Souza
    quarta-feira, 16 de setembro de 2020 – 10:41 hs

    Este acontecimento prejudica e muito as candidaturas dos candidatos a prefeitos de Maringá que tiveram Ricardo Barros como padrinhos que são Luiz Bovo, Ulisses Maia e Coronel Audilene(os três iniciaram as suas vidas politicas no condomínio dos Barros na década de 1990) e ajuda em muito os candidatos que nunca foram do lado dos Barros que são Carlos Mariucci, Homero Marchese e Dr. Batista.

  2. Marcos
    quarta-feira, 16 de setembro de 2020 – 10:52 hs

    Tá explicado o por quê do Barros ser contra a lava jato?
    Esse cretino é um larápio há muito tempo, mas um dia a casa cai e vão prender esse corrupto. Parece que o dia está chegando.

  3. Aguirre
    quarta-feira, 16 de setembro de 2020 – 12:20 hs

    Ao que parece o doutor Ricardo Barros se especializou em ser acusado de desvio de dinheiro público. Adepto, talvez, do pensamento de que o “dinheiro da viúva não tem dono”, já foi condenado anteriormente por improbidade administrativa conforme pode ser comprovado na nota da Gazeta do Povo de 17/03/2011.
    Com a palavra os eleitores conscientes do Paraná.

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