Foto com Bolsonaro e centrão marca fim de status de Guedes como superministro da Economia | Fábio Campana

Foto com Bolsonaro e centrão marca fim de status de Guedes como superministro da Economia

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), dos líderes do governo na câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), no senado, senador Fernando Bezerra (MDB-PE) e no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), além de presidentes de partidos do Centrao, como o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, durante pronunciamento para falar sobre a prorrogação do auxílio emergencial oferecido pelo governo durante a pandemia

Painel, Folha de S. Paulo – A foto de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e parlamentares do centrão no Palácio da Alvorada nesta terça (1) marca o fim do status do superministro da Economia, cunhado antes da sua chegada ao poder. Guedes foi enquadrado pelos novos amigos do presidente, que venderam a Bolsonaro a ideia de que, para fazer andar a agenda do governo no Congresso, o ministro tem que entender que não manda em tudo e que a nova maneira de fazer política é primeiro combinar com os líderes e falar depois.

A mensagem foi entregue pelo novo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), que decretou que daqui para frente é assim e pronto. Outros parlamentares afirmam que ajudaram a apagar a crise do “sr. mercado”, referindo-se a Guedes.

A combinação política não desagrada aos que estão ao lado de Paulo Guedes. A leitura na Economia é que o evento serviu para transmitir segurança e alívio. Mostrou que finalmente o governo tem articulação política, tirando o fardo da negociação com o Congresso das costas do ministro.

retorno da reforma administrativa teve a ajuda de um personagem fora da equipe econômica: o ministro Jorge Oliveira (Secretaria Geral).

O Renda Brasil, cujo lançamento agora está sem data definida, deverá contar com uma nova forma de elaboração. Auxiliares de Guedes defendem que a viabilidade do projeto deve ser solucionada pelo Congresso. A Economia não colocou previsão para a despesa no Orçamento de 2021 e caberá aos parlamentares, durante a votação, buscar um espaço para isso.


3 comentários

  1. DANIEL ARAUJO COSTA
    quarta-feira, 2 de setembro de 2020 – 16:00 hs

    O Leitão Vesgo como sempre no poder. “Nova República do Bolsonaro”

  2. INDIGNADO
    quarta-feira, 2 de setembro de 2020 – 21:00 hs

    Já demorou pra tirar poder desse LIXO, chamado por alguns de “senhor mercado”, só se for mercador da morte, veja o que tão fazendo com os menos favorecidos? se não fosse a ajuda oficial, dada pelo governo, sob pressão do CONGRESSO (mas que nos vai custar muito caro, ano q vem), os mais pobres estariam ferrados

  3. PitBull
    quinta-feira, 3 de setembro de 2020 – 11:15 hs

    Cai fora Guedes, político não tem palavra

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