Abrabar recomenda fechar bares e casas noturnas em dificuldades | Fábio Campana

Abrabar recomenda fechar bares
e casas noturnas em dificuldades

A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) está tomando uma medida extrema com a adoção por mais 14 dias da bandeira laranja em Curitiba, que proíbe o funcionamento dos estabelecimentos. A entidade recomenda o fechamento definitivo dos estabelecimentos em dificuldades.

“A Abrabar está recomendando aos empreendedores do setor o fechamento total dos estabelecimentos endividados, com a vigência da nova Bandeira Laranja em Curitiba. A entidade prega o encerramento das atividades em 2020 e a desobediência fiscal para evitar maior endividamento e caos financeiro nos orçamentos familiares”, diz o texto divulgado nesta terça-feira (8).

“Reconhecemos que para muitos já está uma bola de neve de despesas que não será superada. Muitos já demitiram e estavam aguardando uma nova sinalização para reativação com segurança jurídica de seu negócio”, ressalta o presidente da Abrabar, Fábio Aguayo. As informações são do Bem Paraná.

“Infelizmente, muitos estabelecimentos não resistiram durante a pandemia e a cada mudança de bandeira, outros decidiram pelo fechamento. A Abrabar lembra que nenhum empresário dono de bar ou casa noturna tem mais caixa para suportar os mando e desmandos da prefeitura, sem absolutamente nenhum suporte financeiro ou anistia fiscal”.

Segundo a Abrabvar, as dívidas acumuladas são com aluguel, fornecedores, colaboradores, ehá até aqueles que estão com a luz e agua cortada. A orientação da Abrabar, para tomar a medida de fechamento definitivo em 2020, é apenas aos que não tenham algum caixa reserva ou nenhuma linha de credito disponível. Desta forma, poderão retornar com segurança jurídica e política quando a Prefeitura decidir liberar de fato e cessar a perseguição política e da opinião pública, explica a entidade.

A Abrabar informa que irá prestar assessoria jurídica para orientações dos procedimentos legais. “Infelizmente são medidas que ainda tentam preservar e evitar um maior desemprego dos 50 mil cidadãos que dependem direta e indiretamente do nosso setor de gastronomia e entretenimento”, afirma o presidente.

“Esperamos que a prefeitura assuma sua responsabilidade de fato e de direito e pare de nos enquadrar como os vilões da história e não nos coloquem maliciosamente contra a opinião pública”, dispara Aguayo. O presidente lembra que os ambientes públicos ou de a responsabilidade dos órgãos da prefeitura de Curitiba continuam aglomerados e lotados, como exemplo, praças, parques, feiras e os ônibus, conclui.


2 comentários

  1. vergonha
    quarta-feira, 9 de setembro de 2020 – 9:51 hs

    Falta de vergonha.
    Pregar desobediência fiscal, e ai o que não vai recolher de imposto, vai cobrar a menos?? Ou vai tirar das pessoas para resolver sua vida.
    Este agitador não colabora com a cidade, não é um político, é a cidade, só pensa no dinheiro dele.

  2. Curiosidade
    quinta-feira, 10 de setembro de 2020 – 16:55 hs

    Quem o Fabio Aguayo apoiava para Prefeito em 2016?

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*