Wajngarten diz que se afastou de negócios antes de assumir cargo | Fábio Campana

Wajngarten diz que se afastou de negócios antes de assumir cargo

O secretário especial de Comunicação Social da Presidência da República, Fabio Wajngarten, fez hoje (15) um pronunciamento, no Palácio do Planalto, em resposta a reportagens veiculadas na mídia que apontam suposto conflito de interesse na participação dele como sócio em uma empresa de marketing. De acordo com a reportagem, a FW Comunicação e Consultoria, fundada por Wajngarten, tem como clientes emissoras de televisão e agências de publicidade, que são empresas que também recebem recursos de publicidade oficial do governo federal.

Na declaração à imprensa, o titular da Secom disse que, antes de assumir o cargo, em abril do ano passado, se desvinculou da gestão da empresa, conforme orientação de órgãos de controle do próprio governo, como forma de se adequar à legislação vigente.

“Eu não tenho absolutamente nada a esconder. À época da minha nomeação, foi orientado, foi ordenado que eu saísse do quadro da gestão da FW Comunicação e Marketing, atitude essa imediatamente cumprida e vistoriada pela SAJ [Subchefia de Assuntos Jurídicos da Secretaria Geral da Presidência] e pela Comissão de Ética [da Presidência da República]. Muito me surpreende esses escândalo agora, por conta disso”, afirmou.

Pela legislação atual, ocupantes de cargos comissionados no governo não devem manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática pode implicar conflito de interesses e configurar ato de improbidade administrativa, se for demonstrado algum benefício indevido. A lei também obriga que um possível choque de interesse entre público e privado seja informado pelo próprio servidor ao governo.

“É realmente [um] absurdo esse tipo de matéria. Eu não estou aqui para fazer negócios, estou aqui para transformar a comunicação da Presidência da República, com a maior ética possível, com a maior transparência possível, com a maior modernidade possível”, acrescentou Wajngarten. O secretário ainda disse que informações sobre as suas receitas estão à disposição “para quem quiser”. Ele disse que grupos econômicos estão por trás do que considera uma acusação injusta.

“Não foi nada justa a condução da matéria, não foi nada equilibrada a matéria, não foi nada imparcial a matéria. Mas também a matéria não caiu de paraquedas, a matéria tem nome e sobrenome. E se determinados grupos de comunicação ou institutos de pesquisa tinham em mim a tentativa de construção de uma ponte de diálogo, essa ponte foi explodida hoje”, completou.

– da Agência Brasil.


5 comentários

  1. SERGIO SILVESTRE
    quinta-feira, 16 de janeiro de 2020 – 7:42 hs

    Ufhaaa,acabou a corrupção nesse governo,Né venerável,onipotente Dr Moro.

  2. quinta-feira, 16 de janeiro de 2020 – 16:13 hs

    Sergio, vc. e mais uns carinhas aí, que não posso falar quem são, são loucos pra dar rabo pro Moro, duvido Campana publicar.

  3. skeleton
    sexta-feira, 17 de janeiro de 2020 – 12:50 hs

    KKK então se afaste do cargo e prove. Depois disto volte, se é que pode.

  4. luis
    sexta-feira, 17 de janeiro de 2020 – 12:56 hs

    E agora José, entendeu porque não pode haver conflito de interesses. Se quer ser empresário e negociar com o governo, não pode estar no governo e tomar decisões que tenham relação com os negócios. Simples, e essa secretaria da presidência que analisou o caso, caiu de qual caminhão?

  5. Juca
    sábado, 18 de janeiro de 2020 – 12:47 hs

    Sérgio Silvestre, vulgo SS Calça Frouxa, bunda tatuada ou ainda Aprigio Fonseca, ficaram boas as fotos que você tirou em Matinhos com teu namorado? Publique-as em seu facebook por favor, principalmente aquelas em que você veste a sunguinha modelito fio dental.

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