Romanelli critica Oriovisto: "Não conhece a realidade das cidades" | Fábio Campana

Romanelli critica Oriovisto: “Não conhece a realidade das cidades”

O deputado Romanelli (PSB) criticou o projeto de lei do senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) que prevê a fusão de municípios menores de cinco mil moradores. “Já que o senador está com bastante tempo livre, podia aproveitar e conhecer a realidade dos pequenos municípios”, disse Romanelli no Twitter.

“Devia ainda propor um novo pacto federativo que transfira recursos da união para estados e municípios”, completou. Para Romanelli, a extinção de pequenos municípios vai na contramão do interesse do cidadão do interior, que paga impostos e que não teria a quem recorrer para seus problemas, a não ser a burocracia central.

Segundo o senador, o projeto de lei possibilita a fusão e a incorporação de municípios e “estabelece ainda um mecanismo especial para induzir a fusão de municípios menores de cinco mil habitantes, formando novas cidades maiores”.

O Paraná tem 399 municípios, dos quais, 100 têm população menor que cinco mil moradores.


27 comentários

  1. Paulo Bueno Netto
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 10:04 hs

    Importante a percepção do Romanelli! Cidadãos precisam a quem recorrer, que responda suas necessidades. Mas, vamos convir: O bairro do Bigorrilho no setor estrutural, onde há os grandes edifícios, possui 1.250 habitantes por quadra. e temos 24(vinte quatro) quadras ocupadas. Então, a cada quatro (4) quadras temos 5.000 habitantes que é o mesmo do que cada uma dessas cidades pequenas. Comparando seria o mesmo que a cada 4(quatro) quadras houvesse um prefeito, vice prefeito, 9(nove) vereadores, secretários, assessores, etc. Como temos 24(vinte quatro) quadras densamente habitadas, o Bigorrilho equivaleria a 6 cidades dessas do interior do Paraná. A cidade de Quinta do Sol por exemplo – 4.900 habitantes: Tem um prefeito, um vice prefeito, 9 vereadores, secretários, assessores, etc.
    Ao todo, seria como o Bigorrilho possuir 6(seis) Prefeitos, 6(seis) vice prefeitos, 54(cinquenta quatro) vereadores, uns 30(trinta) secretários e uma penca de assessores.
    Acontece que o Bigorrilho divide com outros 17(dezessete) bairros apenas um administrador regional, o da Matriz. E olha que esses outros 17 bairros são super populosos, a exemplo do bairro Centro.
    Observo aqui dois extremos errados.
    Muitos bairros em uma unica administração regional na Capital e, pequenas cidades no interior com excesso de gestores.
    Precisamos equalizar essa engenharia politica.

  2. CIDADÃO
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 10:52 hs

    Bem colocado Sr. Romanelli. As pessoas que tem esse pensamento é porque não conhecem a realidade dos pequenos municípios. Principalmente daqueles que estão bem estruturados em educação, saúde, onde o atendimento ao cidadão fica bem mais próximo.

  3. Sarinha ou Safadinha
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 10:56 hs

    Muitos políticos têm medo de perde o curral eleitoral, pois muitos prefeitos de pequenos municípios não passam de simples capatazes desse bando de eleitores.

    Oriovisto está certo.

  4. Paulão
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 11:28 hs

    O Senador Oriovisto tem toda razão, pois a criação desenfreada de municípios, muitos destes se viram em dificuldades para absorver os custos decorrentes da sua emancipação -estrutura para manter prefeitura, secretariado, servidores, câmera de vereadores e seus servidores, etc; ou seja apareceram inúmeros cabides de emprego para o povo sustentar.Daí não há quem aguente !!

  5. Parreiras Rodrigues
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 11:28 hs

    Tai um projeto importante, diferente dos que criam pipódromos.
    Em Minas, um município de menos de 900 moradores, sustenta salário de prefeito, vice e vereadores, quando poderia ser administrado por um morador indicado pelo Executivo do maior.
    A criação de municípios com menos de 5.000 habitantes atende a interesse eleitoreiro do autor do projeto. Só.

  6. Silvio
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 11:50 hs

    Esse senhor “fura-catracas” jamais vai querer extinguir seus feudos eleitorais!!!
    Na verdade, nem ele e nem muitos outros políticos discípulos de anibal curi, retirariam esses municípios de suas ambições eleitorais…
    A existência de deles é meramente eleitoral, pois custam mais aos cofres públicos do que arrecadam ou produzem!!!

  7. Joao
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 12:39 hs

    Parabéns Senador, o dinheiro que se gasta com prefeito, vereador, etc. Que se gaste com professores e médicos atendendo a localidade

  8. Gustavo Reis
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 12:59 hs

    Ai temos a nova politica, versus a velha politica, de defensores de TETAS, irresponsáveis, populistas, de partidos esgoto,
    Na década de 80 foram criados dezenas de municípios INVIÁVEIS no Parana, para atender interesses eleitorais dos gurus e dinossauros da Assembleia.
    O TCE fez um estudo em 2017 que mostra que 25% dos municípios do Paraná são INVIÁVEIS e deveriam deixar de existir.
    A Gazeta hoje, mostra em reportagem que 181 cidades do Paraná perderam população, a maioria tem ate 10 mil habitantes.
    É lógico que tem que acabar com esta despesa de salários de prefeitos, vices, vereadores e secretários desnecessários. É por isso que esses municípios não investem em nada,nem mantem as cidades,
    Fora com estes políticos defensores de TETAS.

  9. Marcos
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 13:13 hs

    Quanto mais municipios mais deputados corruptos, prefeitos corruptos, vereadores corruptos e Romanelis corruptos.
    Boa Oriovisto!!!!!!

  10. ALVARENGA
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 14:07 hs

    Parabéns Senador Oriovisto, é uma vergonha vários municípios q não consegue ter vida própria, depende do FPM da Federação, precisamos enxugar a maquina. Acredito tbém q municípios abaixo de 5.000 habitantes tem q se unir.

  11. João Paulo Morais
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 15:10 hs

    Senador Oriovisto é um político correto.Ele sabe que essas cidades menores que 5 mil moradores são incapazes de custearem a cara máquina pública, com suas prefeituras, camaras e penduricalhos. O Dep. Romanelli, que é um político de carreira, tem nessas cidades seus cabos eleitorais, que são custeados por nós, e que vê seu curral eleitoral ameaçado. Oriovisto já disse que será senador de um mandato só pq quer fazer o seu papel sem pensar em reeleição, o que realmente faz a política correta, chega de mandatários de 30 anos no poder, pois esses não querem saber se essas cidades padecem por serem insuficientes em se manterem, o que politicos de carreira querem é manter seu gado alimentado.

  12. segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 15:18 hs

    Bah,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

  13. FRANCISCO ROBERTO PEREIRA
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 16:11 hs

    Parabéns Senador. É preciso reduzir os gastos com a máquina pública. Alias, já passou da hora. A maioria desses Municípios são totalmente dependentes das verbas do Estado e da União. Chega! O povo não aguenta mais pagar tantos impostos.

  14. Isaias Andrade
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 18:16 hs

    Discordo do Senador Oriovisto, afinal tem que acabar com os municípios com menos de 50.000 habitantes. Chega de trabalharmos, pagarmos altos impostos e sustentar esta turma de mamadores do erário. Pra que serve um vereador?

  15. SERGIO SILVESTRE
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 19:08 hs

    O sr Oriovisto ai é uma virgem num chuveiro com 50 pelados tomando banho e numa seca de 3 meses cada,logo vão fazer tudo e mais um pouco com ele no senado.Sabe nada o Professor,a não ser explorar o ensino pago.

  16. Luiz Antônio Sonalio
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 20:16 hs

    Concordo plenamente com o senador, imaginem a economia reestruturando essa questão política. Como esses municípios pequenos conseguiram sobreviver?

  17. povo paranaense
    segunda-feira, 2 de setembro de 2019 – 20:30 hs

    Mais um Senador que não conhece nada. Certamente está em Brasília para cuidar de seus interesses empresariais. O problema não está nos pequenos Municípios, que com muito sacrifício trazem atendimentos a população, em especial a mais carente. A solução do Brasil está na diminuição da máquina pública, em especial no Poder Legislativo, que não serve para nada. Somente os três senadores paranaenses representam somente em folha de pagamento um custo superior a R$ 500.000,00 mensais. O Congresso somente no 1º semestre gastou mais de R$ 90.000.000,00 em saúde com nossos deputados e senadores. E o que ele fala sobre isto? Certamente nada, porque faz parte disto. Antes de falar bobagem, percorra ao menos o Paraná, para poder demonstrar sua opinião. Como somos mal representados e nada podemos fazer, teremos que aguentá-lo por 8 anos, pagando salário de R$ 22.000,00 a seus assessores, será isto o bom exemplo que ele quer nos dar?

  18. Genildo
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 7:20 hs

    Novamente peço desculpas aos leitores e eleitores do Paraná.
    Nem todos os Londrinenses pensam, agem ou votam como o Sérgio Silvestre.

  19. romualdo carignano
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 9:48 hs

    Concordo com o Senador. Esses Municipios não tem receita própria, com exceção dos que recebem royaltes da Itaipu, no oeste paranaense, Servem muito bem para criar cargos políticos. Temos que incentivar as fusões. Parabéns Senador.

  20. Carmem Kuback
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 10:11 hs

    Oriovisto está correto.
    A estrutura administrativa é onerosa demais, a maior parte dos pequenos municípios não é economicamente sustentável e ser independente serve apenas para acomodar grupos políticos. Se fosse adotado o sistema que se vê na Itália, por exemplo, onde uma cidade de maior porte é responsável pelas menores à sua volta, a estrutura seria nais enxuta e ninguém deixaria de ser atendido, pois, ao invés de uma prefeitura haveria uma representação. Romanelli vê apenas o lado político e ignora principosde administração responsável.

  21. Jorge Hardt Filho
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 13:22 hs

    O senador está certíssimo

  22. Antônio alves
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 13:34 hs

    Apoiado senador tem que enxugar a máquina pequenos municípios e só para os políticos se perpetuar no poder é só cabide de empregos

  23. JOSE
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 15:37 hs

    concordo com o senador, tenho uma sugestão para o projeto dele, acabar com o senado federal (para que serve senador), acabar com metade dos deputados e vereadores e com as faculdades pagas.

  24. Claudinei
    terça-feira, 3 de setembro de 2019 – 15:47 hs

    Esse é o ponto de vista do senador que tem base política na capital, agora vem pergunta para as pessoas que vive nestes pequenos municípios o que as pessoas acham desta brilhante idéia do senador. Péssima ideia pois, pelo menos no município que eu moro e que já chegou a ter por volta de 7.000 habitantes e hoje em torno de 4.500, a qualidade de vida e superior a muitas cidades maiores, saúde de boa qualidade e médico 24 horas e olha que morei por anos em Campo Mourão. Neste dois últimos anos trabalhei para uma empresa com base em Araucária, mas permaneci com minha residência e família na minha cidade Corumbataí do sul. E olha que sou eleitor do senador, mas descorado deste projeto.

  25. José Carlos de Carvalho
    quarta-feira, 4 de setembro de 2019 – 15:51 hs

    O Senador Oriovisto tem toda razão. Mas não é só fundir os municípios com menos de 5.000 habitantes. Há que se acabar com as mordomias de toda classe política. O Vereador, Prefeito, Deputados Estaduais e Federais, Senadores e Presidente da República, deveriam ter um salário condizente com o cargo, sem qualquer regalia. Além do mais, acabar com reeleição, vitaliciedade dos membros dos tribunais e concurso público para esses tribunais.

  26. Tiberio de Matos
    quarta-feira, 4 de setembro de 2019 – 21:40 hs

    Sou a favor do projeto do senador Oriovisto.
    Mas acho que o critério para se fundir os municípios, não deveria ser somente voltado para o número de habitantes. Deveria ser levado em consideração, dados como o índice educacional, o desenvolvimento cultural, pecuário e agrícola dos municípios. Porque pode ter municípios com uma população menor que 5.000 habitantes, mas que tem uma produção agrícola maior, por exemplo. Onde as escolas podem ser exemplos. E outros exemplos que deveriam ser levados em consideração.

  27. Carneiro
    quarta-feira, 4 de setembro de 2019 – 21:45 hs

    Perfeito Senador! Nova visão política que prioriza a sustentabilidade das cidades e do Brasil, sem o imediatismo eleitoral. Municípios totalmente dependentes de repasses da União com baixíssima capacidade e estrutura de gestão.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*