Abuso de autoridade: Não podemos nos calar | Fábio Campana

Abuso de autoridade: Não podemos nos calar

artigo de Fábio Aguayo

A ABRABAR prepara as primeiras ações da Lei de Abuso de Autoridade no Paraná e no Brasil. Estamos estudando os tipos de abordagem, autuações e atuações de fiscais de prefeituras, policiais militares e promotores do Ministério Público, que colocam em risco a imagem do empreendimento e principalmente, as barbaridades que são praticadas contra clientes e empresários.

Em reunião com o corpo Jurídico da entidade, foram analisadas denúncias da categoria, sobre as últimas operações em todo o Paraná e no Brasil. É hora de buscar nossos direitos ante as arbitrariedades.

A princípio, vamos com que sobrou da lei, mas confiamos no Congresso Nacional e na derrubada dos vetos que vão ampliar os meios de cobrar na Justiça os efeitos maléficos que muitos de nossos associados e membros da categoria são submetidos, especialmente os que são vítimas de abusos e coações nas fiscalizações de operações.

Algumas das operações servem para agradar vizinhos com tráfego de influência e determinadas pessoas que usam a força do município e estado para constranger. Em alguns casos, apenas para obter vantagens nada republicanas de enfraquecimento do negócio, como a constante asfixia provocada pela pressão.

Não podemos nos calar!

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Fábio Aguayo é presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (ABRABAR).


2 comentários

  1. Mauro Stevan
    terça-feira, 17 de setembro de 2019 – 11:52 hs

    Tenho que concordar, existe muito abuso de autoridades. Outro dia, no Largo da Ordem, chegaram num batalhão de policiais e fiscais para verificar se tinha alvará nos bares.

  2. Veredicto
    quarta-feira, 18 de setembro de 2019 – 10:06 hs

    Não entendo a presença de policiais numa ação da fiscalização Se for para fiscalizar a existência de alvarás,. basta verificar a documentação, interpretar a lei e ponto final.A presença dos policiais é intimidatória e fica a impressão que a ação será na base da pressão:.” está tudo certo mas vou multar porque você me olhou de cara feia, ou ficou assustado é porque tem coisa escondida,”, diria o agente?.Tem coisas na ação de um agente público que não dá para entender. A Juiza Luciani Regina Martins de Paula, de São José dos Pinhais que atua no caso do jogador Daniel Correa que além de decapitado teve seu membro extirpado pelo seu xará Daniel Brites e teve a esposa Cristina e a filha Allana como comparsas articuladoras de fraudes testemunhais,liberou as duas alegando que não via nelas perigo algum para a sociedade, mesmo com as imagens das duas num shopping montando a estratégia do falariam em juiz. Não será novidade nenhuma se amanhã ela soltar Daniel Brites por não ver nele indicio de maldade e o que aconteceu com o jogador foi um suicídio, É só rindo para não chorar Fabio.

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