Assembleia dispensa o uso de papel | Fábio Campana

Assembleia dispensa o uso de papel

A Assembleia Legislativa do Paraná deu hoje (23) o primeiro passo para dispensar o uso de papel na tramitação de todos os documentos e processos em tramitação na Casa. O presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), assinou – eletronicamente – o Ato Número 1, que também recebeu a assinatura digital do 1º secretário Luiz Cláudio Romanelli e dos demais integrantes da Mesa Executiva, que determina o uso do Sistema Eletrônico de Informação (SEI) para os processos e documentos da Assembleia.

O SEI, segundo Traiano: “vai resultar em menos burocracia, mais agilidade, transparência e muito mais economia. Praticamente dispensará o uso do papel e tinta de impressão na Assembleia”. O uso do Sistema se tornou possível graças a um convênio assinado no mês passado com o desembargador federal, Carlos Eduardo Thompson Flores, do Tribunal Regional Federal da 4º Região, que desenvolveu o SEI e está cedendo seu uso sem custos para órgãos públicos de todo o país.

Traiano destacou que essa é mais uma inovação na gestão da Assembleia Legislativa do Paraná. Atualmente, apenas a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e a Câmara Legislativa do Distrito Federal utilizam a ferramenta. “Estamos mais uma vez na vanguarda. Abrimos as portas da Assembleia para uma gestão mais transparente, econômica e célere. É um passo fundamental para mais um importante avanço do nosso Legislativo”, afirmou.

Traiano destacou ainda que a Assembleia, nos últimos anos, vem tomando uma “série de iniciativas para abrir suas portas e aumentar a transparência. A implantação do SEI vai aprofundar essas políticas. Permitindo ganhos em termos de economia, aumento de produtividade e transparência, com ampliação do acesso aos cidadãos as atividades do Legislativo”.

O SEI foi totalmente criado por servidores do TRF4 em 2009. O direito de uso é cedido gratuitamente e permite a gestão eletrônica e simultânea das atividades administrativas, sem uso de papel, com a atuação dos setores envolvidos em tempo real, promovendo agilidade, sustentabilidade e economia de recursos. No meio eletrônico, os procedimentos estão sistematizados e disponíveis para consulta.

Uma das principais características do SEI é a abolição do papel como suporte físico para documentos institucionais e o compartilhamento do conhecimento com atualização e comunicação de novos eventos em tempo real. O sistema permite a produção, a edição, a assinatura e o trâmite de documentos dentro do próprio SEI, além de possibilitar a atuação simultânea de diversas unidades em um mesmo processo, ainda que distantes fisicamente, reduzindo o tempo de realização das atividades. Permite ainda o acompanhamento de processos online e assinatura de documentos por usuários internos e externos; aumento da produtividade e diminuição do uso do papel; sistema intuitivo e estruturado, com boa navegabilidade e usabilidade; acesso remoto por meio de diversos tipos de equipamentos (notebooks, tablets, smartphones etc.).

O Sistema permite ainda assinatura de documentos por meio de blocos de assinatura; organização interna de processos em bloco; sobrestamento de processos; pesquisa em todo teor, nos casos de processos públicos; inspeção administrativa, com fornecimento de estatísticas da unidade (tais como: tempo de trâmite do processo, quantidade e tipos de documentos gerados); acesso externo ao processo (gerencia o acesso de usuários externos aos expedientes administrativos que lhes digam respeito, permitindo que tomem conhecimento do teor do processo e, por exemplo, assinem remotamente contratos e outros tipos de documentos).


4 comentários

  1. Regis
    terça-feira, 23 de julho de 2019 – 14:46 hs

    Olha na Foto ali gente . Uma cria do Rossoni de Bituruna …

  2. Gloria Antunes
    terça-feira, 23 de julho de 2019 – 15:38 hs

    O véio tava de calça na assinatura bahhhhhhh kkkkkkkkkkk

  3. Paulo Henrique
    quarta-feira, 24 de julho de 2019 – 5:48 hs

    Um bocó fazendo de conta que sabe usar computador, com um monte de baba ovo pagos com dinheiro público para não fazer nada …

  4. jose
    quarta-feira, 24 de julho de 2019 – 9:55 hs

    Nosso Paraná não tem jeito mesmo, A ALEP invés de utilizar a solução que a CELEPAR desenvolveu e disponibiliza aos órgãos do Estado, foi buscar a solução do TRF4. Sendo que, a solução da CELEPAR atende todos as necessidades e já está integrada aos outros sistema utilizados pelos órgãos (SIAF, Orçamento, META4 e etc), com isso, daria celeridade aos processos tornando eletrônico ou digital. Com isso, o custo da manutenção/atualização da solução seria compartilhada entre todos os órgãos, não apenas os custos, mas também as novas funcionalidades. Isto acontece porque sempre a ALEP não aceitou utilizar os serviços da CELEPAR e sempre buscou alternativas de mercado. Com isso, se obriga a contratar empresa privada para implantar, manter e atualizar as soluções, porque não tem equipe interna para essas atividades, onerando o Estado. Autonomia boba.

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