Governo e servidores fazem a primeira reunião de trabalho | Fábio Campana

Governo e servidores fazem a primeira reunião de trabalho

Representantes do Governo do Estado, da Assembleia Legislativa e de sindicatos de servidores públicos realizaram nesta sexta-feira (03) da primeira reunião de trabalho da comissão permanente criada para debater as demandas do funcionalismo estadual.

O governo anunciou duas medidas que atendem itens importantes da pauta dos servidores. A primeira é referente às faltas lançadas para professores que participaram das manifestações do último dia 29 de abril. Por orientação do governador Carlos Massa Ratinho Júnior foi autorizado que os professores reponham o dia letivo.

Além disso, a Secretaria da Administração e da Previdência (Seap) informou que, em duas semanas, deve ser lançado o processo licitatório para a contratação de clínicas que farão a perícia médica em oito cidades do Interior que hoje estão sem perito. Com isso, o governo aumenta a capilaridade do trabalho e resolve uma das principais demandas dos servidores no âmbito da saúde ocupacional.

ENCONTROS – De acordo com o presidente da Comissão e superintendente de Diálogo e Interação Social, Mauro Rockenbach, o governo quer que os encontros resultem em soluções para os temas tratados. “Vamos realizar reuniões semanais, dando tempo para que as partes levantem informações e dados pertinentes para que consigamos avançar na pauta. A ideia é sempre finalizar um encontro e já marcar a nova data para continuidade do debate”, disse.

A próxima reunião está agendada para o dia 9 de maio, às 10h, no Palácio Iguaçu. O deputado Hussein Bakri , líder do Governo na Assembleia, participou da reunião e ressaltou a importância do diálogo permanente e respeitoso entre sindicatos e governo.

PRESENÇAS – Participaram da reunião, representando o governo do estado, João Luiz Giona Júnior, superintendente do Observatório de Desempenho Governamental, da Casa Civil; Fernades dos Santos, diretor-geral da Fazenda; Bráulio Cesco Fleury, diretor-geral da Secretaria da Administração e Previdência; e João Evaristo de Biasi, diretor-geral do Planejamento.

Representando os servidores estavam Marlei Fernandes de Carvalho, presidente do Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES); Ricardo de Carvalho Miranda, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen); Jaqueline Pereira Tillmann, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública do Paraná (SindSaúde); José Maria de Oliveira Marques, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), e Michel Franco, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol).


8 comentários

  1. Wellington de souza freitas
    sexta-feira, 3 de maio de 2019 – 19:43 hs

    Nobre jornalista fabio campana, se o excelentíssimo governador pagar a data-base dos servidores então ele tem tudo para dar certo, mas se ele optar por ir contra os direitos do funcionalismo público como fez o beto richa então ele vai se dar mal, assim como se deu mal o finado beto richa, de não saudoza memória.

  2. Lucas
    sexta-feira, 3 de maio de 2019 – 19:53 hs

    Ninguém do primeiro escalão do governo?
    Então essa reunião não existe

  3. Rr
    sexta-feira, 3 de maio de 2019 – 23:10 hs

    marlei a “amiguinha” do requejão,hummmm sei…

  4. BARNABÉ
    sexta-feira, 3 de maio de 2019 – 23:25 hs

    Não acredito que alguém ainda passa acreditar que o governo estaria disposto a repor as perdas ?O Stephanes montou uma comissão para enrrolar até que seja aprovado o entrosamento dos reajustes e aumentos . Aceitar está comissão demonstra claramente que oslíderes sindicais estão fazer do parte da “Folha ” do governo ou sao muito muito inocentes para cair no velho golpe da comissão.
    A história facilmente comprova que NUNCA foi resolvido nestas comissões.
    ESTA COMO TODAS AS OUTRAS QUE HOUVERAM EM OUTRAS SITUAÇÕES NÃO VAI RESOLVER NADA.

  5. Larry de Camargo Vianna Nascim
    sábado, 4 de maio de 2019 – 8:41 hs

    Mais do mesmo

  6. HORA DA VERDADE
    sábado, 4 de maio de 2019 – 17:42 hs

    Porque os sábios mestres do Parana não oferecem soluções para o Governo aumentar sua arrecadação sem aumentar impostos sobre os contribuintes? Apenas aumentar os vencimentos dos que mais ganham que são os funcionários é, como sempre foi, ir diminuindo o poder de investimento do Estado. Trinta anos atrás, Governo do Alvaro Dias, o Estado do Paraná dispunha de 60% do Orçamento do Estado para investir. Depois do Lerner e REIquião caiu para menos de 15% e agora como informa o Tribunal de Contas, não conta o Governo com mais que míseros 5% de investimento.
    Vamos lá professorado, inteligencia como resolver aumentar a arrecadação?

    Fazendo greve é a solução?

  7. ELEITOR DE BOA MEMORIA
    sábado, 4 de maio de 2019 – 21:34 hs

    O governador e sua equipe pensam que não precisam dos funcionários para nada, esquecem que eles ficam sentados nas cadeiras mandando mas quem faz são os funcionários públicos assim não precisa fazer greve na praça basta fazer greve branca, ou seja, ir trabalhar porém não fazer nada ou adotar a famosa operação tartaruga.
    O salario dele não precisa nem existir, afinal o povo paga todas as despesas dele, até papel higiênico da casa dele

  8. jUNIOR
    segunda-feira, 6 de maio de 2019 – 11:04 hs

    Só para enrolar!!
    Esse governo já escolheu em quem botar a culpa pela sua própria ineficiência: o servidor público.
    Serão anos de sufoco!
    Espero que todo servidor saiba dar o troco no momento certo.

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