Justiça bloqueia bens de Alckmin em ação sobre repasses da Odebrecht | Fábio Campana

Justiça bloqueia bens de Alckmin em ação sobre repasses da Odebrecht

A Justiça de São Paulo determinou, nesta segunda-feira, 15, o bloqueio de bens do ex-governador de São Paulo e presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin.

A decisão, do juiz do Alberto Alonso Muñoz, da 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, atendeu a um pedido do Ministério Público de São Paulo. Cabe recurso contra a decisão.

O processo refere-se à ação que investiga se o governador cometeu improbidade administrativa em virtude de repasses da Odebrecht para a campanha de 2014, quando o tucano foi reeleito governador de São Paulo. O montante seria de 7,8 milhões de reais. As informações sao da VEJA.

O magistrado também bloqueou bens de Marcos Antônio Monteiro, Luiz Bueno Júnior, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Fernando Migliaccio da Silva e Hilberto Mascarenhas Alves da Silva, servidores e executivos da empreiteira. No total, foram bloqueados 39,7 milhões dos investigados.

Além disso, o magistrado determinou o bloqueio de todas as contas-correntes e aplicações financeiras em nome dos investigados e a indisponibilidade de todos os veículos licenciados em nome dos réus.

Segundo o Ministério Público, a Odebrecht teria “escolhido, entre 2013 e 2014, candidatos a governador e deputados estaduais que correspondessem a suas pretensões de ser beneficiada em licitações, contratos de obras públicas e parcerias público-privadas, através de contribuições clandestinas às respectivas campanhas políticas.”

À Justiça, Alckmin manifestou-se contra o bloqueio de bens, alegando ausência de “fortes indícios” de responsabilidade na prática de ato de improbidade administrativa.


Um comentário

  1. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 16 de abril de 2019 – 8:27 hs

    Como na Bíblia, nenhum político brasileiro pode reparar no cisco do olho do outro.
    Ou ainda, também como na Bíblia: Arrependei-vos – Confessai os vossos pecados – O fim está próximo.
    Mais: Deus meu, por que me abandonastes?
    Outro: Ai daquele que fizer algum mal a um destes pequeninos. Melhor que se atasse uma pedra ao seu pescoço e o lançasse nas profundezas do oceano!
    Para concluir, senhor editor: O Brasil não tem conserto. Nem a longo, nem a médio e muito menos, claro, a curto prazo.
    Nem começando tudo de novo. Sempre haverá alguém subornando um guarda de trânsito, jogando lixo no bueiro ou à frente dalguma obra superfaturada.

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