MP e Juiz evitam caracterizar caixa 2 na acusação a Richa | Fábio Campana

MP e Juiz evitam caracterizar
caixa 2 na acusação a Richa

Para evitar a decisão do STF que determinou à Justiça Eleitoral a competência julgar caixa 2 e os crimes de corrupção relacionados, a denúncia do Gaeco e a decisão do juiz da 9.ª Vara Criminal de prender Beto Richa não mencionam desvios de verbas para o financiamento de campanhas eleitorais.

A acusação fala apenas de corrupção passiva no recebimento de propinas pagas pela empreiteira Valor. A defesa de Beto Richa procura mostrar que o dinheiro recebido era de contribuições para campanha eleitoral que não foram contabilizadas, ou seja, ficaram no caixa 2. Com esse agumento vai apelar.

Como o desembargador José Maurício de Almeida em férias, relator da ação penal na segunda instância, caberá ao seu substituto, o juiz Mauro Bley Pereira Jr, apreciar o habeas corpus.


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