Os treze condenados no caso da UFPR | Fábio Campana

Os treze condenados no caso da UFPR

O resumo da Operação Research: esquema conduzido por duas funcionárias da UFPR que durante três anos cadastraram pessoas que não tinham relação com a UFPR como bolsistas, para que recebessem R$ 30 mil mensais. Os desvios somaram R$ 7,3 milhões. Treze pessoas foram condenadas somando 159 anos de prisão, 21 réus foram absolvidos.
Os condenados são:

CONCEIÇÃO ABADIA DE ABREU MENDONÇA;
TÂNIA MÁRCIA CATAPAN;
GISELE APARECIDA ROLAND;
MARIA ÁUREA ROLAND;
MÁRCIA CRISTINA CATAPAN;
MELINA DE FÁTIMA CATAPAN;
ANEILDA JOSEFA DE JESUS;
ANDRÉA CRISTINE BEZERRA;
CHERRI FRANCINE CONCER;
DAYANE SILVA DOS SANTOS;
MARCOS AURÉLIO FISCHER;
NORBERTO FERREIRA DOS SANTOS;
JORGE LUIZ BINA FERREIRA.

Segundo Marcos Josegrei da Silva, juiz que bateu o martelo a respeito do caso, “o mecanismo era relativamente simples: em procedimentos de pagamentos de bolsas submetidos ao pró-reitor e à pró-reitora substituta de pós graduação da UFPR para que fossem aprovados e encaminhados para quitação eram inseridos mensalmente nomes e dados bancários de indivíduos das relações pessoais das líderes e agenciadoras do esquema que nenhuma relação docente possuíam com a Universidade”.

Leia a sentença completa aqui.

 

 

 

 

 

 

 


3 comentários

  1. sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019 – 10:43 hs

    PUTA QUE O PARIU,,,COMO TEM LADRÃO NESTE AMADO BRASIL..TODO SANTO DIA UMA BOMBA;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;

  2. Flávius
    sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019 – 11:54 hs

    Boa, nomes colocados conforme condenação. Valeu!

  3. antonio carlos
    sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019 – 15:10 hs

    E o pró-reitor e a pró-reitora foram também condenados, porque quem assina o que não lê também é culpado, pelo menos por omissão. Este vício horroroso que ainda perdura do “funcionário de confiança” no Serviço Público é o que leva a tais coisas.

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