Moro é pop | Fábio Campana

Moro é pop


O mais popular ministro do governo Bolsonaro, Sérgio Moro venceria fácil qualquer concurso de Mister Simpatia no próprio Ministério da Justiça, que chefia há menos de cinquenta dias. Habituados a ministros que mal os cumprimentava, os servidores agora têm um chefe que não se isola. Ao contrário, circula no prédio, procura visitar cada setor, apresenta-se, ouve e avisa que seu gabinete está aberto a todos. Quem diz é o colunista Claudio Humberto.

Moro convive bem com a popularidade entre os colegas de trabalho. Amável e paciente, sempre topa fazer selfies, dar autógrafos etc. Ele poderia almoçar no gabinete, como os antecessores, mas prefere o bandejão, que assim virou o restaurante mais concorrido da Esplanada.
Como só usa voo de carreira, Moro criou um problema: assessores têm larga experiência em requisitar jatinho da FAB e não passagens. A assessoria tenta uma rotina que permita a Moro embarcar antes ou depois dos demais passageiros, para não os incomodar.


4 comentários

  1. Aprigio Fonseca
    segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019 – 14:14 hs

    Inclusive ele é amável com os contraventores,lembram – se do Onix ,ele foi amável,até com o raro Queiroz que até eu acho que ele não existe,nê família bolsonaro.

  2. Perito
    segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019 – 22:17 hs

    Larga de ser IMBECIL Petista Aprígio!

    Quando estouraram os casos de Queiroz e Ônix, Moro não era mais juiz e não tem como julgar ninguém, seu PETISTA BURRO (Putz, baita pleonasmo!).
    E outra: O LADRÃO LULA ESTÁ PRESO, TROUXA!!!

  3. Antonio Martins
    terça-feira, 19 de fevereiro de 2019 – 10:00 hs

    Não o conheço pessoalmente, mas tive oportunidade de ler algumas sentenças prolatadas por ele, bem antes da lava jato começar e, sem dúvida, demonstra muita competência, conhecimento e senso de justiça.

  4. antonio carlos
    terça-feira, 19 de fevereiro de 2019 – 14:05 hs

    Quem pode, pode, quem não pode fala mal de quem pode, mas fazer o quê, este tipo de hábito não nasce com a gente, vem de casa.

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