Metalúrgicos de Curitiba protestam contra fim da aposentadoria | Fábio Campana

Metalúrgicos de Curitiba protestam contra fim da aposentadoria

Metalúrgicos de Curitiba protestaram contra o fim da aposentadoria na BR-277, em São José dos Pinhais, na manhã desta quarta-feira (20). O protesto foi pacífico e durou cerca de 1h. Não havia policiamento no local. A mobilização trouxe o lema “Todos contra o fim da aposentadoria”, que paralisou o país na maior greve geral da história do Brasil, em 2017.

A manifestação foi porque o governo apresentará, nesta quarta-feira (20), ao Congresso Nacional a proposta de reforma da Previdência Social. A expectativa é a de que o presidente Jair Bolsonaro entregue o texto pessoalmente ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda nesta manhã. O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, informou que a proposta vai prever idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres ao final de um período de transição de 12 anos.

A equipe econômica também informou que buscará implementar um regime de capitalização – pelo qual cada trabalhador financia a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual. Os trabalhadores se concentraram na marginal da BR-277 por volta das 5h30. Eles chegaram de carros próprios e ônibus fretados.

Às 6h, eles seguiram em caminhada até a entrada da fábrica da montadora Renault e bloquearam a pista em um dos sentidos da Rua Hermenegildo Soares Machado, em São José dos Pinhais.

O trânsito ficou congestionado para as pessoas que utilizam o acesso que liga a BR-277 às chácaras da região. Com carros de som, os representantes da força sindical falavam com os manifestantes sobre a reforma da previdência.

Depois disso, os portões das montadoras foram abertos e os metalúrgicos foram trabalhar normalmente.

Além desta mobilização na porta da fábrica, um ato do sindicato e demais centrais também está marcado para ocorrer no Terminal do Guadalupe, no Centro, às 17h.


3 comentários

  1. Rr
    quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019 – 21:07 hs

    E só lembrar a essa “gente” que foi o deus luladrão,o amputado que arrebentou com a previdência,agora que calem a boca,e paguem o preço,pois eles colocando o presidiário no poder,se tornaram cúmplices,ajudaram a cavar o próprio “túmulo”,vão ter que trabalhar até morrer,pior que muitos desses corruPTos,querem o assaltante de volta ao poder.

  2. Jose
    quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019 – 11:19 hs

    O sindicato está patrocinando p blog também?

  3. antonio carlos
    quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019 – 11:58 hs

    Este protesto é coisa de quem não trabalha, de gente que vive às custas da contribuição de quem trabalha. Trabalhador de verdade sabe que a aposentadoria não vai acabar como a moleza destes sindicalistas está acabando. O que a reforma não pode fazer é castigar quem trabalha, que castigue os que não trabalham

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