Jogo ficou bruto | Fábio Campana

Jogo ficou bruto

Ficou pesado o jogo político desde que inaugurado o fogo de chumbo grosso contra o governo de Ratinho Jr. Pois, pois, uma estranha delação de uma frase foi agregada em 14 de janeiro a uma antiga declaração do delator da Lava Jato, Nelson Leal, que agora diz que entregou R$ 100 mil ’em mãos’ a Guto Silva em 2013. Some-se a isso o pronunciamento-recado do deputado Plauto Miró Guimarães que anuncia ter bem arquivado e guardado em lugar seguro, inclusive no exterior, a folha corrida de cada parlamentar estadual e outros agentes públicos.

Guto Silva, considerado o homem mais importante no governo depois do chefe Ratinho Jr, óbvio, desmente a delação à posteriori de Nelson Leal Jr que, além de tudo, vem em enrolada narrativa. Diz o Leal que o valor atribuído a Guto Silva foi solicitado por José Richa Filho, o Pepe Richa, irmão do ex-governador Beto Richa (PSDB), ao então presidente da Econorte, Hélio Ogama – também delator.

De concreto, o que se tem é que a Lava Jato afirma que Nelson Leal Jr era o principal responsável pelo esquema fraudulento no DER. Teria ele esquecido deste importante detalhe na sua delação original? As delações premiadas podem ser corrigidas e complementadas ao desejo do delator?


5 comentários

  1. Zezinho
    segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019 – 18:54 hs

    O guloso e seu sorriso maroto… quero só ver se vai manter esse sorriso quando abrirem a caixa preta do sudoeste kkkk Obras de pavimentação… coleta de lixo… compra de equipamentos… este último por sinal pertencente um senhor com sobrenome GRANDE…

  2. PitBull
    segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019 – 19:38 hs

    A verdade é uma só.
    TODOS TEM O RABO PRESO…

  3. Clovis Andrade
    segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019 – 21:18 hs

    Esse é o Ratinho Complience para os outros….no meu angu a coisa é diferente……eita povo que não sabe votar…

  4. HORA DA VERDADE
    segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019 – 23:24 hs

    Esta REQUENTADA delação contra os irmãos Richa é de causar risos. O tal advogado do delator-colaborador Nelson Leal (????? leal a quem?),
    que assina na condição de defensor, incrivelmente as tais duas laudas datilografadas em papel timbrado com a LOGOMARCA do seu escritório, parece ter a experiencia de um estagiário ao fazer constar no final do texto, para encerrar, aquela frase característica de interrogatório policial, “NADA MAIS DISSE NEM LHE FOI PERGUNTADO “..

    Defensor interrogando o cliente?

    Então não foi e s p o n t a n e a m e n t e a dita complementação da sua delação. Será que o MP vai aceitar o ridículo desta teratológica confissão?

    Dai temos que dar razão ao petistas que o que vale é simplesmente acusar e os acusados que se lixem, pois a forma e a materialidade da prova não interessa.

  5. terça-feira, 19 de fevereiro de 2019 – 15:00 hs

    Cambada corruptos.

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