IBGE aponta que extrema pobreza cresceu 34,7% em um ano no Paraná | Fábio Campana

IBGE aponta que extrema pobreza cresceu 34,7% em um ano no Paraná

Síntese de Indicadores Sociais (SIS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em dezembro do ano passado, apontou que a população no Paraná em condições de extrema pobreza em 2017 foi de 350.579 pessoas, ou 3,1% do total de habitantes do estado, hoje em pouco mais de 11,3 milhões, segundo instituto. A síntese utiliza como critério para definir extrema pobreza o indicador do Banco Mundial, que define pessoas com renda inferior a US$ 1,90 por dia, ou R$ 140 por mês. Em 2016, quando a população, também de acordo com o IBGE, era de 11, 2 milhões, o número era de 258.310 mil pessoas nessas mesmas condições – crescimento de 34,7%. As informações são da Gazeta do Povo.

O levantamento registrou ainda que, no ano passado, 14,8% da população do estado estava dentro do que é considerado pobreza. Segundo a linha proposta pelo Banco Mundial, são as pessoas que vivem com renda de até rendimento é de até US$ 5,5 por dia, ou R$ 406 por mês. Em 2016, esse índice era de 14,3%. Para efeito de comparação, o índice é praticamente igual ao registrado em São Paulo, 14,9%, e maior que os outros dois estados do Sul – em Santa Catarina, o índice é de 8,5% e no Rio Grande do Sul, de 13,5%.

O movimento registrado no Paraná acompanha o percebido pela SIS em todo o país: em 2017, a pobreza alcançou 54,8 milhões de pessoas no Brasil, ou 26,5% da população. Em 2016, o número era de 52,8 milhões, ou 25,7% dos habitantes.


3 comentários

  1. Estadista da Silva
    domingo, 3 de fevereiro de 2019 – 19:17 hs

    Com os últimos governos incompetentes e safados só podoa dar nisso

  2. Observador
    segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019 – 12:47 hs

    Ué, viva o governo Cida Borghetti!
    KKKKKKKKKKKK

  3. Thiago Souza
    segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019 – 13:49 hs

    Acho que esta errado este calculo, saindo de 350k para 11,3m.
    Mesmo que seja 1,13m o aumento é absurdo e demonstra como a distribuição de renda por meio de programas sociais é de extrema importância.

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