Decreto vai regulamentar a aplicação da Tarifa Rural Noturna | Fábio Campana

Decreto vai regulamentar a aplicação da Tarifa Rural Noturna

O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou nesta quinta-feira (07), em Cascavel, que vai editar um decreto regulamentando a aplicação da lei que estabelece a perenidade da Tarifa Rural Noturna de energia. Ele destacou que o Estado está determinado a garantir o benefício, que hoje chega a aproximadamente 12 mil produtores.

A medida atende as cadeias produtivas de aves, suínos, peixes e de leite que dependem de energia barata para serem competitivas no mercado nacional. A lei promulgada pela Assembleia Legislativa estabelece desconto na tarifa de luz que chega a 60% para os agricultores que utilizam energia elétrica entre 21h30 e 6h ou entre 22h e 7h durante o horário de verão.

Para beneficiar-se do programa o consumidor deve atender às seguintes condições: a unidade consumidora deve ser classificada como rural e em baixa tensão; custear integralmente o sistema de medição a ser instalado; adequação da entrada de serviço, quando necessárias, responsabilizando-se por contratação de serviço especializado e materiais; e não ter débitos perante a Copel.

AMOP – Ratinho Junior e os secretários de Estado se reuniram com os prefeitos da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop) durante o Show Rural de Cascavel. Além da Tarifa Rural Noturna, abordaram investimentos na área da infraestrutura.

O presidente da Amop e prefeito de Maripá, Anderson Bento Maria, disse que estreitar a relação com o Estado representa uma conquista. “É importante termos o governo estadual na nossa região, assim temos os secretários conversando com os prefeitos, ouvindo e discutindo assuntos pertine


3 comentários

  1. Rossby
    sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019 – 9:10 hs

    Pergunta: o desconto dado a essa categoria de usuários será compensado no lucro da empresa ou repassado para o consumidor urbano normal?

  2. antonio carlos
    sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019 – 11:06 hs

    KKK deixe de ser chorão, se não fosse o agronegócio o Estado estaria como os gaúchos, cariocas e mineiros, ou seja, quebrados. Tudo o que vem para beneficiar o homem do campo é bem vindo.

  3. Aguirre
    sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019 – 14:09 hs

    Sem dúvida nenhuma é uma política economicamente danosa.
    Numa economia capitalista quem não consegue competir deve se dedicar a outra atividade. É a lei da melhor alocação do capital que é escasso.
    O governador com esta política de favores com o chapéu alheio (recursos de impostos e tarifas), lembra muito as infelizes decisões do governo Dilma ao subsidiar setores produtivos escolhidos, e que resultou no prejuízo de bilhões de reais à economia.
    Mais preocupante do que isto, no nosso estado não existem recursos suficientes para resolverem-se todas as mazelas socioeconômicas simultaneamente. É preciso escolher prioridades. Conscientizar-se da existência da restrição de recursos é o primeiro passo para uma sociedade alocar eficazmente os recursos que possui
    Recursos públicos não crescem nos arredores do Palácio Iguaçu. Todo o gasto do governo precisa ser financiado com recursos produzidos pela sociedade e, portanto, quando o governo gasta, ele invariavelmente está tirando recursos de alguém. É preciso, portanto, que haja uma boa razão justificando seu gasto.
    Portanto, a questão a ser posta é: devemos arrecadar dinheiro da população para que o Estado pague por estes bens ou serviços?

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