Atitude de clã Bolsonaro na primeira crise assusta aliados | Fábio Campana

Atitude de clã Bolsonaro na primeira crise assusta aliados

Painel, Folha de S. Paulo

O açoite em praça pública de Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) surpreendeu não só o próprio ministro, antes visto como braço direito de Jair Bolsonaro, mas também nomes do PSL e de siglas da base. Pressionado a pedir demissão, Bebianno disse a pessoas próximas que, na primeira crise, colocaram sua “cabeça na bandeja”. Após o episódio, aliados disseram que a lição que fica é a de que o clã que ocupa o Planalto não hesitará em jogar quem quer que seja aos leões para salvar a própria pele.

Para entender o quilate do aliado que Bolsonaro deixou ao relento: Bebianno assumiu a presidência do PSL durante a campanha de 2018, coordenou os gastos da empreitada rumo ao Planalto, comandou a estratégia jurídica e participou de praticamente todas as decisões estratégicas, como, por exemplo, as de comunicação.

Nomes do PSL viram na exposição pública de Bebianno a maior demonstração de ingerência dos filhos do presidente, em especial Carlos, no governo –o que foi interpretado como péssimo sinal.


3 comentários

  1. TARZAN
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019 – 9:44 hs

    Essas crianças filhos do Presidente Bolsonaro já estão passando dos limites e o estão complicando seu trabalho. Sr. Presidente, coloque uma mordaça na boquinha dos moloques!

  2. Zizau
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019 – 10:54 hs

    Esses meninos ainda vão dar muito o que falar, se não cortar o mal pela raiz serão outros “filhos do Lula”

  3. SERGIO SILVESTRE
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019 – 15:23 hs

    Isso vai ser uma briga eterna,parecendo imigrantes italianos no pós guerra em volta de uma polenta e disputando quem molha um naco dela na sardinha amarrada no teto pendurada num barbante rsrsrsr

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