A Vale sabia | Fábio Campana

A Vale sabia

Segundo matéria da Folha de S. Paulo, a Vale tinha informações, antes da tragédia da última sexta-feira, de que um eventual rompimento da barragem em Brumadinho destruiria as áreas industriais da mina de Córrego do Feijão, incluindo o refeitório e a sede da unidade, onde estava parte dos mortos e desaparecidos. Essas áreas estavam abaixo da altura da barragem.
A informação consta do plano de emergência da barragem, de 18 de abril de 2018 obtido pelo jornal junto a um dos órgãos oficiais encarregados de recebê-lo.
Procurada desde segunda-feira, 28, a Vale se recusou a encaminhar o documento. A mineradora afirmou que o Plano de Ações Emergenciais de Barragem de Mineração “foi construído com base em um estudo de ruptura hipotética, que definiu a mancha de inundação”.


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