TCE-PR vai investigar suspeitas de irregularidades nas sete universidades estaduais | Fábio Campana

TCE-PR vai investigar suspeitas de irregularidades nas sete universidades estaduais

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) vai investigar suspeitas de irregularidades nas sete universidades estaduais, depois que uma auditoria apontou problemas como o pagamento habitual de horas extras a servidores e a falta de informações nos portais de transparência. Informações são do G1 Paraná.

O órgão determina a instauração de Tomadas de Contas Extraordinárias para apurar possíveis danos ao patrimônio público e, se for do caso, apontar os responsáveis e impor sanções.

A auditoria, realizada em 2017, avaliou a legalidade dos atos de gestão administrativa, transparência e eficiência relativos aos gastos na área de pessoal dessas universidades.

De acordo com o relatório, na Universidade Estadual de Londrina (UEL), na Universidade Estadual de Maringá (UEM), ambas na região norte, na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), nos Campos Gerais, e na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) foi verificado o pagamento habitual de horas extras para servidores.

O pagamento de verba por tempo integral de dedicação exclusiva (Tide), sem previsão legal, foi identificado na UEL, na UEM, na Unioeste e na Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro).

Segundo a auditoria, UEL e UEM usam um percentual em desacordo com o adotado pelo Estado para o cálculo de pagamento de adicional noturno.

Os técnicos também identificaram que os portais da transparência da Unioeste, da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) não apresentam informações exigidas pela legislação.

Também faltam ferramentas tecnológicas exigidas pela lei nos portais da transparência da UENP, da UEPG, da Unespar, da Unicentro e da Unioeste.

Outras irregularidades apontadas foram a inexistência de ato designatório de servidor da Unespar para cumprimento das normas relativas ao acesso à informação.

Na Unioeste foi verificado o pagamento de cargos em comissão sem a devida previsão legal e a utilização de cálculo para pagamento de adicionais por tempo de serviço que não atende ao dispositivo legal.


6 comentários

  1. Estadista da Silva
    sexta-feira, 25 de janeiro de 2019 – 9:23 hs

    Eles vão apagar digitais. Cuidado com o TCE

  2. Irineu
    sexta-feira, 25 de janeiro de 2019 – 10:20 hs

    A UEM é uma vergonha, até o partido nanico Pstu tem um monte de CCs e FGs mamando dos nossos impostos.

  3. sexta-feira, 25 de janeiro de 2019 – 10:34 hs

    COVIL DE PETISTAS, ESQUERDA NUTELLA!!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  4. QUESTIONADOR
    sexta-feira, 25 de janeiro de 2019 – 11:24 hs

    -Será que a Justiça vai conseguir abrir a caixa-preta das universidades estaduais e fazer um pente fino nas finanças, benesses, sinecuras???
    -Pagamento de horas extras indevidas é a pontinha do iceberg…..tem muita coisa podre embaixo da toalha de cetim….

  5. Intruso
    sexta-feira, 25 de janeiro de 2019 – 11:42 hs

    tem nepotismo..

  6. Pedro
    sexta-feira, 25 de janeiro de 2019 – 15:38 hs

    Vergonha, ja trabalhei nessas universidades públicas como contratado temporário, aí rola de tudo que possa imaginar. E tem que ter qi para entrar kkkk

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