O show de Moro | Fábio Campana

O show de Moro

Sergio Moro assinou hoje seu termo de posse como ministro da Justiça e Segurança Pública.
No palco, estavam os agora ex-ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Torquato Jardim (Justiça); o presidente do STF, Dias Toffoli, e o presidente da OAB, Cláudio Lamachia.
Na plateia, delegados, superintendentes da Polícia Federal, funcionários do ministério da Justiça, o comandante do Exército e o futuro comandante, general Eduardo Villas Boas e Edson Pujol, o presidente do STJ, João Otávio de Noronha, o novo presidente da Caixa Econômica Federal e outros ministros.
Para todos, Moro discursou.
O foco foi sobre o endurecimento das leis e definição de políticas de combate ao crime, repressão e estrangulamento financeiro do crime organizado e sobre o combate à corrupção. Neste último quesito, ele afirmou que irá fortalecer grandes operações e forças-tarefas da Polícia Federal.

(Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)


4 comentários

  1. Newton Froes
    quarta-feira, 2 de janeiro de 2019 – 12:28 hs

    Que entre em ação, mostre realmente a que veio. Seja Ministro da Justiça. Implemente no País a legislação adequada, as atitudes e ações que recuperem z dignidade dos brasileiros.

  2. Gladiador
    quarta-feira, 2 de janeiro de 2019 – 13:09 hs

    Para os ineptos, o significado do General Heleno, somados o Netanyahu e o Mike Pompeo, a esquerdalha que comece a ter flatulências. Vai começar a caça aos traidores da pátria.

  3. Dosel Jr.
    quarta-feira, 2 de janeiro de 2019 – 13:30 hs

    Excelente ministro, começar com o pé direito e deixar claro porque vencemos estas eleições e que conhecemos nossos inimigos. Parabéns!

  4. quarta-feira, 2 de janeiro de 2019 – 15:55 hs

    Presidentes dos Tribunais suavam na presença dos Delegados e equipe das forças de inteligência. Se não for agora, Adeus “Lava Toga” e lobistas do papai. Que venha 2019 e que Sérgio Moro tenha muito sucesso no resgate do passado, cujas portas se fecharam em operações oriundas do caso Banestado e Hurricane. Aquilo que não prescreveu se reinventou. Força Moro!!
    As instituições “democráticas” devem ser abertas e protegidas do círculo vicioso e nepotista que predominou e predomina até hoje.

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