Nova ministra suspende contrato de R$ 44,9 milhões da Funai | Fábio Campana

Nova ministra suspende contrato de R$ 44,9 milhões da Funai

Damares Alves, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, achou esquisito um contrato entre a Funai e a Universidade Federal Fluminense.
O lance de R$ 44,9 milhões é para a elaboração de projeto de “apoio institucional ao desenvolvimento do projeto Fortalecimento Institucional da Funai”, segundo a ministra, foi assinado dia 28 de dezembro, com contratação direta entre os dois órgãos, sem processo licitatório.
Damares mandou suspender. Mas o presidente da Funai, Wallace Bastos, explicou que não se trata de um contrato sem licitação, mas de um Termo de Execução Descentralizado. “Além de ser uma expressão tecnicamente incorreta, ‘contrato sem licitação’ pode dar a equivocada ideia de ‘burla’ aos procedimentos legais”. Também explicou que o contrato ter sido assinado aos 47 do segundo tempo tem relação com os recursos que “foram disponibilizados por meio de um Projeto de Lei que só foi aprovado e sancionado em meados de dezembro”.

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)


3 comentários

  1. antonio carlos
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2019 – 18:34 hs

    KKK que 10, os nossos índios agora comerciando com criptomoedas, só podia ser uma destas tantas loucuras de fim de mandato . O pessoal da tal universidade deve estar muito triste com a perda do tal contrato, legal segundo o reitor da mesma. Mais uma treta de pestista.

  2. QUESTIONADOR
    sexta-feira, 4 de janeiro de 2019 – 13:38 hs

    -Cancela-se este procedimento e pronto!!!
    -Dane-se a FUNAI….só sabem invadir propriedades rurais…trabalhar que é bom…nada!!
    -FUNAI deveria ser extinta ou virar uma subsecretaria em alguma pasta com orçamento apenas para material de expediente….somente isso!!!

  3. Paulinho
    terça-feira, 8 de janeiro de 2019 – 16:35 hs

    Isso é ótimo. Para que a comunidade indígena veja quem os utiliza para fazer política social e quem realmente está preocupado com sua opinião. Simplesmente querem impor ao índio que viva como índio. Não perguntam realmente o que eles querem. Eles querem estudo, trabalho, segurança e moradia, quem sabe até serem representantes diretos de seu povo e dos brasileiros em geral. Mas as instituições insistem em discursar que eles são vitimas. Nem na África e nem em Portugal se discute a escravização de pessoas, agora querem usar índios e negros para os tornarem mais frágeis às diferenças inexistentes, porém o tempo todo lembrada. Somos irmãos de nacionalidade, não de partido.

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