Barragem de Itaipu não corre risco de rompimento | Fábio Campana

Barragem de Itaipu não corre risco de rompimento

Após o rompimento de uma barragem de contenção de rejeitos em Brumadinho (MG), nesta sexta-feira (25), moradores de Foz do Iguaçu questionaram, através das redes sociais, sobre a segurança da barragem da usina hidrelétrica de Itaipu, localizada no município. As informações são da RCI.

Construída entre 1975 e 1982, ano em que houve o represamento do rio Paraná para a formação do Lago de Itaipu, a estrutura da barragem é considerada segura, tanto no trecho de concreto, onde estão as turbinas e o vertedouro; como no trecho de enrocamento, composto por terra e rochas.

A estrutura de Itaipu é monitorada, em tempo real, por ampla rede de sensores. Além disso, a hidrelétrica, que tem vida útil estimada de pelo menos 300 anos, é considerada uma das mais seguras do mundo, tendo sido erguida sobre leito rochoso sólido e sendo capaz de resistir, até mesmo, a situações de terremotos.

Em 2019, Itaipu Binacional deve dar início ao processo de atualização tecnológica da usina, tendo como meta modernizar equipamentos e ampliar a disponibilidade de seu parque gerador para a produção de energia.

No Parque Tecnológico Itaipu (PTI), está localizado o Centro de Estudos Avançados em Segurança de Barragens (Ceasb), considerado referência para pesquisadores da área no Brasil e no exterior.


5 comentários

  1. Intruso
    sábado, 26 de janeiro de 2019 – 23:51 hs

    Com políticos na direção da binacional, ninguém tem nada a declarar..

  2. Parreiras Rodrigues
    domingo, 27 de janeiro de 2019 – 9:41 hs

    Que não tratem de desassorear o lago formado pelas águas do Paranazão…

  3. domingo, 27 de janeiro de 2019 – 11:47 hs

    Abaixo dos céus nada está seguro e nada é impossível de acontecer.

  4. carlos
    domingo, 27 de janeiro de 2019 – 15:59 hs

    Podem ficar tranquilos os I-N-G-L-E-S-E-S garantem…..

  5. antonio carlos
    domingo, 27 de janeiro de 2019 – 18:46 hs

    Tenham dó, se esta barragem romper o sul do mundo corre sério risco de desaparecer.

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