Temer volta atrás mais uma vez e decide não conceder indulto de Natal | Fábio Campana

Temer volta atrás mais uma vez e decide não conceder indulto de Natal

Cristiana Lôbo, G1

Depois de algumas idas e vindas, o presidente Michel Temer decidiu não conceder indulto de Natal (perdão da pena) para presos condenados. Em tese, Temer teria prazo para editar um decreto até esta segunda-feira (31), último dia do atual governo.

Segundo auxiliares próximos, se o presidente optasse pelo decreto, a intenção era tomar a decisão neste domingo (30), para publicação na edição desta segunda do “Diário Oficial da União”.

Logo depois do Natal, Temer havia decidido assinar o decreto de indulto excluindo os condenados por corrupção, principal ponto das críticas ao decreto do ano passado, que está no Supremo Tribunal Federal em julgamento ainda não concluído.

Mas agora, segundo assessores próximos, o presidente ouviu opiniões, refletiu e optou por não assinar.

Antes do Natal, o presidente também havia decidido não conceder o indulto. A assessoria do Planalto chegou a anunciar oficialmente que não haveria indulto de Natal. Mas em seguida, ele decidiu reavaliar.

O presidente eleito Jair Bolsonaro, chegou a declarar que se Temer concedesse indulto, este seria o último porque ele, Bolsonaro, não pretende mais fazê-lo.

Assessores de Temer garantem que, desta vez, o presidente não voltará a mudar de opinião.


4 comentários

  1. FUI !!!
    segunda-feira, 31 de dezembro de 2018 – 6:47 hs

    Indulto de Natal para presos deveria mudar de nome para “sem
    vergonhice brasileira”. Preso não pode ter indulto algum !!!

  2. Intruso
    segunda-feira, 31 de dezembro de 2018 – 9:28 hs

    Por falta de uma política criminal séria o BR amarga uma grave crise no sistema prisional..

  3. Luiz Carlos Flávio
    segunda-feira, 31 de dezembro de 2018 – 10:49 hs

    Tchau querido Dracula, VAZA, SOME, PICA A MULA, desaparece na sua insignificância
    Abraços para a Marcela.

  4. Juca
    segunda-feira, 31 de dezembro de 2018 – 19:47 hs

    Ainda dá tempo para revogar o decreto do ano passado que está sub judice.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*