Só sete senadores abrem mão do auxílio-mudança | Fábio Campana

Só sete senadores abrem mão do auxílio-mudança

Coluna do Estadão,
Só sete dos 81 senadores abdicaram de receber, até o momento, os R$ 33,7 mil de auxílio-mudança pagos no início e no término do mandato. Para bancar o benefício, a Casa reservou R$ 3,6 milhões, dos quais metade vai para os que estão de saída.
Os senadores Ana Amélia (PP), Eduardo Braga (MDB), Randolfe Rodrigues (Rede) e Paulo Paim (PT) abriram mão da ajuda de custo do fim do período.
Já Major Olímpio (PSL), Mara Gabrilli (PSDB), Oriovisto Guimarães (Pode) e novamente Eduardo Braga recusaram o montante para o começo dos trabalhos.
Major Olímpio e Mara Gabrilli também renunciaram à ajuda de custo pelo término do mandato de deputado federal. Na Câmara, além deles, apenas Elvino Bohn Gass (PT-RS) abdicou da verba. A Casa tem 513 parlamentares.
O auxílio-mudança é pago a senadores e deputados que têm casa em Brasília e não pretendem se mudar. Os que se reelegeram recebem o valor duplicado. O “penduricalho” está previsto desde 2014.


5 comentários

  1. josemar
    terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 11:03 hs

    Oriovisto é bilhardário… queria ver abrir mão se fosse um pobretão. Mas, pensando bem, pobretão não se elege senador!

  2. Rogério
    terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 11:26 hs

    E nós otários pagando essa vergonha desse parlamento, que mais parece uma pocilga. Até quando suportaremos calados esses escárnios dessa política imunda.

  3. Casernário Dantas
    terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 11:31 hs

    Se o Professor Oriovisto recebesse 33,7mil nas mãos, pode ter certeza que ele triplicava esse valor e devolveria para a sociedade. O fato de ser rico não quer dizer que deve abdicar. Ele é um cidadão que paga muito bem seu Imposto de Renda, e geralmente quem reclama ou o discrimina são aqueles que sonegam para não declarar nada e ainda furam fila.
    Essa atitude foi nobre por parte deles, sendo rico ou pobre. Tal discussão de rico e pobre só mostra que um trabalhou e estudou e o outro ainda fica procurando um culpado para aliviar as frustrações. Esta é a realidade hoje. Ser rico por ter trabalhado e estudado é sinônimo de “playboy, burguês” que levanta cedo para trabalhar naquilo que precisa, gostando ou não, ainda que infeliz.

  4. terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 11:59 hs

    O MAMONA ESTÁ ENTRE ELES???KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!

  5. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 14:12 hs

    Talvez para milionários entediados, mudando de afazeres e de endereço residencial por prazer e diletantismo, ou mesmo por idealismo (sic), o auxílio seja peanuts. Mas, para remediados e pés de chinelo, em milhões para gastar em política, seja necessário. Certamente, a vigarice fica por conta do que lá já se encontram e a regra é que está errada, ao permitir este descalabro.

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