Rachel Dodge, inflexível com Jorge Atherino | Fábio Campana

Rachel Dodge, inflexível
com Jorge Atherino

Os advogados de Jorge Atherino, que está preso preventivamente, esperavam obter um habeas-corpus, com base na decisão do ministro Gilmar Mendes, que deu o beneficio aos presos da Operação Piloto da Lava Jato, que investigou favorecimento à construtora Odebrecht para a duplicação da PR-323.

Bateu na trave de Rachel Dodge, a Procuradora Geral da República exige que o pedido saia das mãos de Gilmar Mendes e seja devolvido ao ministro Luiz Fux, que o recebeu inicialmente, por distribuição aleatória. Atherino esperava ter o que recebeu o ex-governador Beto Richa primeiro beneficiário da interpretação de Gilmar Mendes, que mandou soltá-lo quatro dias depois, sob o mesmo fundamento, mas envolvido na Operação Radio Patrulha, que apurou desvios no programa Patrulhas do Campo. Outras 14 pessoas foram também presas e soltas nesta mesma operação.

Para a procuradora-geral, a decisão tomada no caso de Beto Richa não pode ter o “condão” de firmar prevenção do relator para apreciar todos os atos relacionados à Operação Rádio Patrulha.


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