O desconvite e suas consequências | Fábio Campana

O desconvite e suas consequências

Pela primeira vez desde 1964, o Brasil parece estar à beira de romper relações diplomáticas com um País. Na época, o rompimento foi com Cuba. Agora, pode ser uma decisão dupla, voltada a Cuba e Venezuela, pondera Eliane Cantanhêde, que chama o movimento, que se desenha com o “desconvite” para que chefes de Estado dos dois países venham à posse de Jair Bolsonaro de “dupla canelada“.
Ela informa que a decisão não foi consensual nas alas do futuro governo. “Na discussão, que incluiu civis e militares, esse lado ponderou que a política externa “não pode ser ideológica”. Se era para desconvidar Cuba e Venezuela, por que não a Bolívia, alguns países da África ou a própria China, que é o maior parceiro comercial, mas mantém um regime de esquerda?”, escreve a colunista, no Estadão.


2 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 14:07 hs

    Palpiteiros e chutadores. Política externa é prerrogativa do presidente da república. O resto é palpite, chute e papo furado.

  2. antonio crlos
    terça-feira, 18 de dezembro de 2018 – 21:58 hs

    A gente só convida quem a gente quer quando a festa é na nossa casa. Quando a festa é na casa de outros o dever de convidar cabe ao dono, se não convidou este ou aquele não no cabe julgar. O capitão quer na posse dele gente com a qual ainda quer manter diálogo, com os “desconvidados” ele não quer manter diálogo.

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