Sem ministérios, partidos ameaçam reforma da Previdência | Fábio Campana

Sem ministérios, partidos ameaçam reforma da Previdência

A indicação de um terceiro ministro do DEM para compor o governo de Jair Bolsonaro (PSL) ameaça colocar em xeque a votação da reforma da Previdência na Câmara. A avaliação é de que as nomeações atreladas às frentes parlamentares não têm apoio partidário e, por isso, não agregariam votos. Deputados de legendas ainda não contempladas com ministérios dizem não ter motivação para apreciar uma proposta considerada impopular pelos eleitores sem nada em troca. O presidente eleito tem repetido que não fará a velha política do toma lá, dá cá.

Em três semanas, Bolsonaro indicou onze ministros. Deles, três são do DEM, seis técnicos e dois militares. As informações são da Coluna do Estadão.


2 comentários

  1. Edson
    quarta-feira, 21 de novembro de 2018 – 9:14 hs

    A reforma da previdência tem que ser feita sim! ´Quem sabe aumentar o tempo de permanência na ativa, indo crescendo gradualmente até completar os “mais cinco anos”. Há meios muito fáceis e justos de se fazer a reforma sem atingir direitos adquiridos e sem provocar chiadeira do trabalhador e da sociedade. A ideia de copiar de outros países é burrice! Cada pais tem suas peculiaridades. Não deve ser feita como tubo de ensaio! Fazer uma reforma simplesmente para empurrar o trabalhador para uma previdência privada e a serviço dos bancos é perigoso! Para os que não tem memória curta: Cadè a Capemi, o GBOEx, o Montepio da Brigada Militar, a Delfim e outros grupos de previdência? Contribui um bom tempo com a extinta Capemi – quando chegou a hora de aposentar, me mandaram uma cartinha parabenizando e dizendo o valor da aposentadoria: Na época 50 centavos. E se o Banco privado quebrar, quem vai devolver o valor que o trabalhador pagou? Mais uma coisinha: o contribuinte, o trabalhador tem que dar sua parcela de sacrifício sim; mas, quero ver quem vai ter “aquilo roxo” para cobrar os grandes devedores da previdência! Bolsonaro, votei e fiz campanha para o senhor – não se meta em uma fria sem ter um bom assessoramento! Que Deus o ilumine!

  2. Wander Marques
    quarta-feira, 21 de novembro de 2018 – 12:00 hs

    Parece que todos se esquecem que o Congresso, no ano que vem, será completamente diferente do atual. A grande maioria dos deputados e senadores eleitos não são partidários do toma lá dá cá e, pelo contrario, são contra essa prática. Assim, as chances de que a reforma da previdência seja votada e aprovada são grandes. Aqueles que hoje são contra ela serão minoria na próxima legislatura.

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