No WhatsApp dos diplomatas | Fábio Campana

No WhatsApp dos diplomatas


A insatisfação com o nome do futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, rola solta em alguns grupos de diplomatas brasileiros no WhatsApp. Por lá ele é chamado de “pastor das Relações Exteriores” e os comentários publicáveis dão conta de que ele conhece o povo brasileiro pela TV.

 


8 comentários

  1. INDIO GUARÁ
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 10:36 hs

    Alguém conhece nossos diplomatas? Imagino o cabide de emprego que deve ser, é pessoal, acabou a mamata podem ir pegando a trouxinha e limpando as gavetas ou melhor as adegas. Não adianta chorar pelo WhatsApp, canhoto agora só no futebol.

  2. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 10:42 hs

    Um Amorim, ao contrário. Mas tão ruim quanto o primeiro. Afff…Thamos phodhidhos.

  3. Doutor Prolegômeno
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 11:29 hs

    Nesta turma, ninguém gosta mesmo é de trabalhar. Uma diplomacia nula e inoperante, de burocratas e esquerdistas, desde os tempos do barão.

  4. Romildo M. Ferreira
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 14:06 hs

    “ele conhece o povo brasileiro pela TV.” Tens uns deles que nem assim.

  5. COMUNISTA VERDE AMARELO
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 14:28 hs

    Esses almofadinhas gostavam mesmo é do Amorim? Amiguinho de tiranetes muçulmanos e ditadores sulamericanos? VSF! kkkkkkkk

  6. antonio carlos
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 16:03 hs

    KKK esta gente sabe que os tempos de só comer e beber acabaram. Agora vão ter que fazer o que nunca fizeram que é vender o Brasil lá fora. Viver no Exterior é o que motiva muita gente à entrar na carreira diplomática, agora vão ter mais atribuições das quais estão acostumados, vão ter que divulgar o Brasil e as nossa potencialidades, coisas que os diplomatas de hoje não querem nem ouvir falar.

  7. Irineu Berestinas
    quinta-feira, 29 de novembro de 2018 – 16:49 hs

    Compreensível esses comentários, pois certamente o seu autor prefere a diplomacia de Celso Amorim, aquele que vivia de em franco entrosamento com Mahmoud Ahmadinejad e Maduro, a diplomacia da claridade (Estado xiita e milicias bolivarianas…)

  8. Willian
    sexta-feira, 30 de novembro de 2018 – 9:09 hs

    A PTralhada ta desesperada!!!!!! Esse cara vai fazer uma limpa no Itamarati!!!!

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