"Não pretendo jamais disputar uma eleição", diz Sergio Moro | Fábio Campana

“Não pretendo jamais disputar uma eleição”, diz Sergio Moro

Folhapress

O juiz federal Sergio Moro afirmou nesta segunda-feira (5) que não descumpriu a promessa que fez de não ingressar na política ao aceitar o cargo de ministro da Justiça do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e que considera que este será um posto predominantemente técnico.

“Não pretendo jamais disputar um cargo eletivo”, afirmou numa palestra em Curitiba na noite desta segunda, primeira participação dele em um evento público depois de aceitar o convite de Bolsonaro.

Moro também disse que fará parte do governo de Bolsonaro porque percebeu que há uma série de receios “infundados” em relação à gestão do próximo presidente e que poderia colaborar para “desanuviar” essas dúvidas.

“Eu sou um homem da lei. Também achei que minha participação poderia contribuir para afastar esses receios infundados”, afirmou, ressaltando não acreditar que Bolsonaro fará um governo autoritário.

Ao lamentar sua saída da magistratura, que ocupa há 22 anos, Moro disse que aceitou a indicação para o cargo no Executivo porque considera que poderá avançar em pautas anticorrupção e contra o crime organizado.

Afirmou ainda que já está elaborando projetos nesse sentido para encaminhar ao Legislativo a partir de janeiro.


4 comentários

  1. terça-feira, 6 de novembro de 2018 – 9:33 hs

    Bah,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

  2. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 6 de novembro de 2018 – 11:52 hs

    Não há cargo de natureza essencialmente mais política do que o de ministro da Justiça, e isso vem dos tempos do Império. É o mais antigo ministério, que se senta ao lado do presidente da república nas reuniões ministeriais, num rito rigoroso, como os membros dos tribunais quando entram em fila indiana, por antiguidade. O antigo ministério da Guerra, depois Exército e hoje Defesa, é o segundo em antiguidade. O todo poderoso regente do Império, padre Diogo Antonio Feijó, era ministro da Justiça. É da natureza e da essência mais elementar do cargo o seu caráter político. Técnicos são os assessores concursados e outros amanuenses do ministério. O resto é balela.

  3. SERGIO SILVESTRE
    terça-feira, 6 de novembro de 2018 – 14:04 hs

    Mentiu de novo

  4. troll
    terça-feira, 6 de novembro de 2018 – 18:41 hs

    Tentando ser o mais honesto e sincero possível o juiz está se precipitando, dizendo que desta água não beberá nunca, ele não sabe o dia de amanhã. E se daqui há alguns anos o País precisar dele fará o quê então? Recusará o cálice do dever cívico, recusando-se a dizer não ao dever? o futuro não nos pertence por mais senhores de si que pensamos que somos, ele pertence a Ele e só a Ele.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*