Filho de Bolsonaro: governo 'talvez não consiga' aprovar reforma da Previdência | Fábio Campana

Filho de Bolsonaro: governo ‘talvez não consiga’ aprovar reforma da Previdência

“Precisamos usar a votação maciça do Jair Bolsonaro e os canais de redes sociais, onde temos conexão direta com as pessoas, para dizer a verdade (sobre a importância da reforma da Previdência). Tentaremos fazer o melhor. Se não tivermos uma vitória, desculpem, mas fiz minha parte. Não mentirei a vocês. Nunca virei aqui para sorrir para vocês e dizer ‘nós faremos facilmente uma reforma da Previdência’. Não. Será difícil, será uma briga, talvez não consigamos fazer, mas faremos o nosso melhor”.
Eduardo Bolsonaro, em almoço com investidores e empresários estrangeiros ao ser questionado sobre passos iniciais do novo governo e do novo Congresso.

(Foto: Paola De Orte/ABr)


2 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 28 de novembro de 2018 – 12:17 hs

    O Brasil é refém das corporações de barnabés altíssimo luxo criadas pela CF88, em todos os poderes e anexos. Irredutibilidade, vitaliciedade, estabilidade, inamovibilidade, integralidade, etc, etc, etc. São garantias constitucionais que impõem grilhões e bilhões aos cofres públicos. As corporações estatais jamais permitirão qualquer reforma que mexa no seu queijo camembert, no seu caviar beluga e no scotch 30 anos. Vai sair uma meia sola, cujo pato será pago pelos pés de chinelo que sacodem nos ônibus otados e moram nas periferias. O resto é balela.

  2. antonio carlos
    quarta-feira, 28 de novembro de 2018 – 18:57 hs

    O capitão deve mandar os filhos calarem a boca, esta declaração é mais do que infeliz, é completamente idiota. Sim, o governo do pai deste cara tem que fazer as reformas da Previdência e a Fiscal, elas são indispensáveis e inadiáveis. Ou elas acontecem ou o Brasil vai para o buraco, mais fundo do que está hoje. Os filhos do capitão precisam pensar mais antes de falar, porque falam muita besteira.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*