"Cheguei ao poder graças às mídias sociais", diz Bolsonaro | Fábio Campana

“Cheguei ao poder graças às mídias sociais”, diz Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que chegou ao poder “graças às mídias sociais” ao ser questionado sobre o papel da imprensa e os atritos com jornais como a Folha de S.Paulo, que levaram o próprio vice, o general Hamilton Mourão (PRTB), a declarar que os jornalistas não deveriam ser vistos como “inimigos”. As informações são de Hanrrikson de Andrade e Gustavo Maia do UOL.

Na visão dele, “quem vai fazer a seleção de qual imprensa vai sobreviver ou não é a própria população”. “A imprensa que não entrega a verdade nos seus jornais, nas televisões e no alto-falante das rádios, vai ficar para trás”, completou.

Ao exaltar a força das redes sociais, Bolsonaro disse que “hoje em dia a imprensa está muito diversificada”. As declarações foram dadas em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (1º), na casa dele, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.


4 comentários

  1. troll
    sexta-feira, 2 de novembro de 2018 – 11:14 hs

    KKK o capitão prova que está ligado, sabe que é refém do anti-pestismo, que tem este compromisso conosco, com aqueles que querem o fim da roubalheira da corrupção e da impunidade. Das pessoas que se cansaram desta política, que querem um Brasil passado a limpo . E, que o passado como dizia um amigo do meu pai, pertence ao diabo.

  2. Parreiras Rodrigues
    sexta-feira, 2 de novembro de 2018 – 11:18 hs

    O livre arbítrio é uma instituição não muito levada em consideração, para muitos dos que pregam o respeito às instituições, quando esse respeito lhes é interessante. Ministros de condutas decididamente tendenciosas, que não zelaram pela integridade e incolumidade e salvaguarda dos nomes das instituições das quais são partícipes, hoje clamam pelo respeito por parte do governo eleito. Ah! Tá bom!
    Quanto à vida de órgãos de Imprensa, alguns assumiram escancaradamente e desafiadoramente as suas posições, valendo-se do livre arbítrio, a liberdade da escolha, que acarreta, logicamente, consequências. O motorista que não revisa o carro antes duma viagem, sabe os riscos que corre. No feicibuque, quantos já afirmaram que não assistirão mais certos programas, certas novelas de determinadas redes de televisão. No buteco, os dois únicos assinantes da Folha de São Paulo, não mais renovarão as suas assinaturas. Não por ordem de ninguém. E os encalhes nas bancas já são visíveis. Artistas estão cancelando shows. Ingressos não estão sendo vendidos.

  3. VISIONÁRIO
    sábado, 3 de novembro de 2018 – 8:25 hs

    Com certeza só o tempo dirá que orgãos de imprensa sobreviverá.
    A massificação das fake news nesta eleição foi de matar. Não só
    contra o Bolsonaro mas de uma forma degradante atirando para to-
    dos os lados. Assim como o PT foi colocado em seu devido lugar,
    o mesmo acontecerá com a imprensa.

  4. Miguel Alexandre Filho
    domingo, 4 de novembro de 2018 – 7:02 hs

    Está mais do que provado que o interesse de grande parte da imprensa nacional não é a divulgação dos fatos, das notícias, de maneira direta e imparcial, como convém a um verdadeiro veículo de comunicação. O que interessa, na realidade, é a criação de uma agenda política que visa desestabilizar o governo que assumirá em Janeiro de 2019. Portanto, presidente, aqui vai um recado: “os cães ladram e a caravana passa”. Deixe-os falando às paredes. O fim da submissão ao juízo crítico gerado pela imprensa está muito próximo.

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