AMP teme pelo futuro doprograma "Mais Médicos" | Fábio Campana

AMP teme pelo futuro do
programa “Mais Médicos”

O presidente da AMP, Frank Schiavini, cobrou do ministro da Saúde, Gilmar Occhi, sobre o futuro Mais Médicos – programa iniciado em 2013 que hoje tem 18.240 vagas em mais de quatro mil cidades e atende 63 milhões de brasileiros, de acordo dados do Ministério da Saúde.

“Por conta da apreensão gerada entre os prefeitos pela notícia, gostaríamos de saber quais alternativas serão implantadas em relação ao programa Mais Médicos. A dúvida deve-se à necessidade que os prefeitos têm de saber de que maneira o programa terá continuidade, garantindo assistência na atenção básica à população paranaense e brasileira”, disse Schiavini, que é prefeito de Coronel Vivida, em ofício ao ministro da Saúde.

O pedido da Associação dos Municípios do Paraná foi feito acatando solicitação dos prefeitos do Paraná, que ficaram preocupados com as notícias veiculadas no dia 14 de novembro de que o governo de Cuba decidiu sair do programa.


6 comentários

  1. incitatus
    domingo, 18 de novembro de 2018 – 11:56 hs

    O prefeito da AMP se esqueceu de dizer que muitos prefeitos mandaram os seus médicos embora para ficarem, sem pagar, com estes médicos que hoje estão de partida. Agora que a bomba voltou para o colo destes mesmos prefeitos querem que o MS resolva um problema de sempre. É fácil fazer os outros (MS) assumirem os custos da municipalização da saúde.

  2. Edson
    domingo, 18 de novembro de 2018 – 14:05 hs

    É só preencher as vagas com os milhares de brasileiros formados em outros países! E dar um prazo para que façam e procurem passar no Revalida! Além disso, dar asilo político para os médicos cubanos que aqui quiserem ficar, com a mesma condição de que sigam tentando ser aprovados no Exame.

  3. VISIONÁRIO
    domingo, 18 de novembro de 2018 – 14:06 hs

    Cuba não saiu do programa por livre vontade. Na verdade saíram
    com Cuba. A escravidão e dinheiro fácil são dias contados !!!

  4. OTIMISTA
    segunda-feira, 19 de novembro de 2018 – 7:59 hs

    Não tem que temer nada. Sou médico e com anos de estrada.
    Se os Mais Médicos chegou onde chegou a parcela da culpa tam-
    bem cabe às nossas entidades que lutaram muito pouco para que
    não concretizassem esta prática criminosa. Fizemos parte de um
    brasileiro de fato que lê, ouve e faz de conta que não é com a gente.
    Esta época já passou e espero que nas futuras gerações os nossos
    representantes lutem para que o sistema de saúde dos brasileiros
    sejam quase que perfeitos como nos países europeus e asiáticos…

  5. OTIMISTA
    segunda-feira, 19 de novembro de 2018 – 8:04 hs

    O futuro governo precisa acelerar as condições básicas para os
    médicos poderem trabalhar no interior e estabelecer um plano de
    carreira decente. Tem médicos sobrando por aqui e os estrangeiros
    que passem no Revalida. O que o povão precisa é de saúde básica
    e não de curandeiros cubanos.

  6. jose
    segunda-feira, 19 de novembro de 2018 – 9:00 hs

    Ué não entendo, antes criticavam o programa, agora querem que continue, peraí – vamos dar uma chance para os médicos brasileiros, com um salário melhor e pronto. Com certeza os médicos brasileiros saberão atender tão bem ou melhor o povo das cidades menores que aparentemente são as mais prejudicadas com o fim do programa do cubanos escravos.

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