Sangria estancada | Fábio Campana

Sangria estancada

Romero Jucá, que há mais de três décadas se reveza entre compactuar com a esquerda ou com a direita, a depender de quem está no poder, é presidente do PMDB, cacique forte em Brasília e dono da frase “é preciso estancar a sangria”, que se tratava de um pacto para deter a Lava Jato.
Roraima o deixou de fora do Senado, lugar que ocupava há 24 anos. Recebeu 434 votos a menos que o segundo colocado. A Lava Jato e os novos meios de comunicação que permitem que informações desfilem em lugares diferentes dos meios tradicionais (a família Jucá é dona do maior grupo de comunicação de Roraima, com duas emissoras de televisão, um jornal impresso e duas estações de rádio) estancaram o quase ex-senador.

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


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