Cida manda pagar progressões de professores na folha de novembro | Fábio Campana

Cida manda pagar progressões de professores na folha de novembro

A governadora Cida Borghetti mandou pagar na folha de pagamento de novembro as progressões de 17.769 professores da rede estadual de ensino. O impacto mensal na folha de pagamento, a partir de novembro, será de R$ 19,3 milhões adicionais. Até o final do ano mais de R$ 1 bilhão será destinado ao pagamento de promoções e progressões da categoria.

“Garantir uma educação de qualidade é o compromisso do nosso governo. Só fazemos isso valorizando os profissionais da educação. O pagamento das promoções e progressões é um exemplo prático disso”, afirmou Cida.

Em 2017, o Estado pagou as promoções e progressões que estavam atrasadas desde 2015, totalizando R$ 985,5 milhões. Em 2018, as promoções vêm sendo pagas mensalmente. Para a folha de novembro será implantada a dos professores, retroativamente a 1º de outubro de 2018. O Paraná fechará o ano com quase R$ 100 milhões destinados ao pagamento de promoções e progressões.

REMUNERAÇÃO – Além de ter atualizado as pendências de pagamento, o Estado também vem aplicando reajustes para atualização dos salários dos professores. Desde 2011, a remuneração de professores nível I, em início de carreira, teve crescimento de 82,72%, passando de R$ 2.001,78 em 2010 para R$ 3.657,57 em 2016, para 40 horas semanais. O valor do salário está somado com o auxílio-transporte.

CARREIRA – A carreira dos professores possui três níveis e 11 classes em cada um. Os professores ingressam na Classe 1 do Nível I, de acordo com a tabela de vencimento básico do Quadro Próprio do Magistério, determinada por Lei Estadual, podendo chegar até a classe 11 de cada nível, por meio de promoção e/ou progressão. Cada classe representa 5% na sua base salarial.

A cada dois anos o professor pode obter o direito à progressão de até três classes, no nível em que se encontra, condicionada à avaliação de desempenho com os critérios de pontualidade, produtividade, participação e assiduidade e, concomitantemente, que atenda os critérios estabelecidos em Resolução específica, que trata da pontuação por participação em eventos de atualização, capacitação e qualificação profissional.

Os professores e professoras que recebem auxílio-transporte como remuneração junto aos seus vencimentos mensais e, como servidor público, a cada cinco anos recebem 5% de adicional por tempo de serviço público até completar 25 anos (quinquênio). A partir dos 25 anos, a professora recebe 5% de adicional a cada ano (Anuênio), podendo chegar a até 50%. A partir dos 31 anos de serviço, o professor também passa a receber o adicional por Anuênio.


5 comentários

  1. troll
    sábado, 27 de outubro de 2018 – 13:19 hs

    Beleza dona Cida, assim já vai melhorando as coisas para o Ratinho. Parabéns, a professorada não vai poder reclamar agora

  2. Loreni Maria Novello
    sábado, 27 de outubro de 2018 – 13:47 hs

    Parabéns Governadora, a Senhora nos representa e terá o meu voto nas próximas eleições, se caso se candidatar. Muito obrigada Givernadora.

  3. sábado, 27 de outubro de 2018 – 13:58 hs

    Há uma contabilidade criativa nesse ponto. O padrão dos professores é 20 Horas. O valor é R$1417. Auxilio transporte não é salário, não vai para aposentadoria e pode ser retirado a qualquer momento. Portanto, o salário continua irrisório.

  4. sábado, 27 de outubro de 2018 – 16:28 hs

    O negocio e ser professor concursado, grandes beneficios, o ruim que os jovens acham, devido a midia, que ser professor e ruim e ganha mal devido alguns fatos isolados em escolas de periferias.Professor universitario então e melhor ainda.

  5. sábado, 27 de outubro de 2018 – 19:07 hs

    Enquanto isso, servidores do QPPE, morrem a míngua diante de tanta fartura.
    Bom lembrar, que os servidores do QPPE são os que fazem a máquina também andar.Enquanto o professor da aula, os funcionários fazem a escola funcionar. Mas Cida pelo jeito, não enxerga o óbvio.Pra não falar dos aposentados da SESA que amargam uma transposição de quadro, há mais de 4 anos, é ou não é discriminação asquerosa?

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