Adelio Bispo se destacou com facas ao trabalhar em açougue de Curitiba | Fábio Campana

Adelio Bispo se destacou com facas ao trabalhar em açougue de Curitiba

Banda B,
Um aspecto da vida pregressa de Adélio Bispo de Oliveira, o homem que tentou matar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) no último dia 6 de setembro, chamou a atenção da Polícia Federal durante as investigações do crime. Ele era extremamente habilidoso no manejo de facas.
Em um açougue em que o acusado trabalhou em Curitiba (PR), a PF apurou que Oliveira era conhecido por manejar muito bem facas. Normalmente um novo contratado recebia um “padrinho”, responsável por tutelar o novo cortador de carnes. No caso de Oliveira, o próprio açougue dispensou o uso do “padrinho”, ao constatar que ela sabia usar as lâminas. A informação é do Yahoo.
Oliveira também teria trabalhado como sushiman, preparador de carnes de peixe em restaurantes japoneses, o que também demanda um bom uso de facas.


7 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    segunda-feira, 24 de setembro de 2018 – 11:16 hs

    História mal contada e mal explicada.

  2. Ursula
    segunda-feira, 24 de setembro de 2018 – 12:57 hs

    Retrato do país após 16 anos de incentivo à vagabundice.
    Só se buscou direitos sem deveres. Só se plantou raiva e inflou os pobres com a falsa sensação de que estavam ficando ricos pq tinham crédito, quando em verdade os transformaram em CONSUMIDORES COMPULSIVOS. O pobre ficou mais pobre, e agora sem estudo ou com facilidades extremas para tudo, onde o vitimismo supera a qualificação e a qualidade intelectual. Nivelaram sua capacidade por baixo. Aqueles que mais exigem são os que menos se comprometem com os deveres. São os primeiros a furar filas, sonegar impostos e sair para beber no dia da lei seca. Ainda reclamam em cantar o hino nacional, quando raramente toca.

  3. Angelo
    segunda-feira, 24 de setembro de 2018 – 13:01 hs

    E ainda frequentou um estande de tiro em Florianópolis. Um soldado da milícia armada fazendo treinamento contra o Estado Democrático se Direito.

  4. Adelaide
    segunda-feira, 24 de setembro de 2018 – 13:09 hs

    Isso aí é “mestre de facas”. Até a Fátima Bernardes ficou com dó dele. Talvez se esse marginal desse uma facada na barriga do seu filho ela culpasse a sociedade que não aplicou na educação e no trabalho.
    Sempre a mesma coisa. Quando uma mulher está de frente com um sujeito desse armado com uma faça, esse cara vira um monstro. Aí quando a Polícia prende, essa carinha de coitadinho, de cachorro sem dono.
    Só quem já teve uma faça encostada na barriga sabe oq um marginal desse pode fazer. E primeiro eles atacam as mulheres, já que são covardes, e depois, quando atacam homens é na emboscada. Dissimulado marginal.

  5. paulao da regulagem
    segunda-feira, 24 de setembro de 2018 – 14:04 hs

    O caboclo é deveras preparado!

  6. MILITANTE MORTADELA
    segunda-feira, 24 de setembro de 2018 – 14:42 hs

    EU SÓ POSSO DIZER NESSE CASO QUE FOI A BARRIGA DO BOLSONARO QUE ATACOU A FACA DO ABISPO UMA VÍTIMA INDEFESA DA SOCIEDADE PRECONCEITUOSA MACHISTA ANTIELEGEBETEANA IMPERIALISTA CAPITALISTA DIREITISTA NORTE AMERICANA QUE NÃO QUER QUE O BRASIL COM LULA DILMA RATAD EMACONHELA SEJE UM PAÍS RICO E DEMOCRÁTICO ONDE O POVO É FELIZ COMO NA VENEZUELA CUBA CORÉIA DO NORTE ENTÃO NÃO VAI TER GOUPE!

  7. Anastácio Zambom
    quarta-feira, 26 de setembro de 2018 – 0:37 hs

    Lombrosiana maldito. Manda pra Guantánamo esse lixo. Mesmo que de dinheiro, emprego, casa, e várias oportunidades para um cara desse se ajeitar, essa praga não recupera. Isso aí é lombrosiana mesmo. Tem direitos mas sequer cumpre com seus deveres. Não cumpre com as expectativas sociais e boa convivência. É terrorista da organização paramilitar arma da que vem atentando contra o Estado Democrático de Direito. Muita arma entra de fora do país ilegalmente e não estão nos morros do Rio. Se não ficarem atentos, esse pessoal pode estar Armando o que eles chamam de “contragolpe”. Temos que nos preparar. Mais Adélios surgiram minha gente. Mais 10 anos para pacificar esse país. Acostumaram com a vagabundice.

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