Obras da maior ciclovia do Paraná estão a todo vapor | Fábio Campana

Obras da maior ciclovia do Paraná estão a todo vapor

Máquinas estão trabalhando no trecho lindeiro ao Parque Nacional do Iguaçu, onde será instalada a Ciclovia que ligará os municípios de Cascavel a Foz do Iguaçu. No trecho de Céu Azul, às margens da BR 277, mais de 15 quilômetros e extensão da pista já foram preparados pelas máquinas da prefeitura para receber a base que servirá de pavimento para as bicicletas.

De acordo com o deputado Roman, um dos articuladores para que a obra se tornasse realidade e garantisse o aporte de recursos de Itaipu, a ciclovia vai incentivar a prática de hábitos saudáveis. “O cicloturismo era uma demanda antiga da região. Praticando modalidades como o ciclismo, as pessoas ficam longe do ócio, do sedentarismo e do risco das drogas, além do investimento em turismo e qualidade de vida que vai proporcionar.”, destaca Roman.

A ciclovia, denominada Rota Beira Parque, terá 220 quilômetros de extensão e, assim que estiver pronta, constituirá no mais novo atrativo turístico regional. Ela passará pelos municípios de Cascavel, Santa Tereza do Oeste, Céu Azul, Matelândia, Medianeira, Serranópolis do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e Foz do Iguaçu.

Segundo o diretor de Coordenação de Itaipu Binacional, o engenheiro agrônomo Newton Luiz Kaminski, a concretização do convenio entre a Binacional e os municípios lindeiros ao Lago de Itaipu foi uma grande conquista. “Com o apoio do deputado Evandro Roman foi possível firmar a parceria com os municípios para a construção da malha cicloviária. A próxima etapa será dotar a região do entorno com infraestrutura e transformar esse roteiro em atração internacional”, ressaltou.

Idealizada pelo saudoso empresário José Torres Sobrinho, a pista terá sinalização internacional, paradouros para descanso, pontos de hidratação, mirantes e outras atrações. Futuramente, serão acoplados ramais que ligarão a ciclovia a outros municípios, formando um circuito regional integrado. A ciclovia será a maior do sul do Brasil e a terceira maior do país, atrás da malha cicloviária de Brasília e Rio de Janeiro.


5 comentários

  1. Olmir
    sexta-feira, 31 de agosto de 2018 – 7:45 hs

    Interessante,…. Mas fica a torcida a favor do planejamento e melhorias em termos de sistemas construtivos, até para quem pouco tempo virem “elefantes brancos” espécie de população gigantesca e sempre crescente no país, que apliquem boas práticas construtivas e materiais, a exemplo de construirem pontes e trincheiras, são de fato poucos pontos urbanos para tal trajeto, mas nem por isso esqueças de tais pontualidade e necessidades, afinal é uso de recursos públicos, vindo de setor tarifado e com altíssima carga tributária e coisas antigas tais como da construção de tal geradora de energia, custou caro para o país, absorveu recursos públicos e mesmo a capacidade de financiamento e influenciando a com isso a economia do país como um todo por décadas, e ou seja agora não é só serem arquitetos de obra pronta “recursos” e passar a fazer farra.

  2. Observador
    sexta-feira, 31 de agosto de 2018 – 8:42 hs

    QUANTO DINHEIRO JOGADO NO LIXO…
    ALGUÉM, COM TODA A CERTEZA ESTÁ GANHANDO POR FORA…
    INADMISSÍVEL QUE UMA OBRA DESSA ESTEJA SENDO FEITA

  3. Zé Ruela
    sexta-feira, 31 de agosto de 2018 – 11:15 hs

    Meu Deus do céu que demais, mas será que a construção de mais terceiras faixas no trecho entre Medianeira e Cascavel não seria mais interessante? Fazia mais de 10 anos que não ia à Foz e fiquei chocado com o tempo que perdemos atrás de caminhões, por causa das faixas contínuas,, porque em vez de gastar com uma malha de ciclovias, de uso bastante questionável não se investe em terceiras faixas na BR 277? Aposto que muita gente vai gostar.

  4. quarta-feira, 17 de outubro de 2018 – 9:35 hs

    Parabens a todos que estao lutando para tornar este sonho uma realidade, vai trazer mais turismo a regiao, e aproveita trilha existente , so fazendo melhorias de acessibilidade aos ciclistas, que cada vez mais esta crescendo em sua categoria.
    esta ponta oeste do Parana vai se tornar referencia em exemplo de desenvolvimento em plena crise do Brasil.

  5. Técnico
    domingo, 25 de novembro de 2018 – 13:55 hs

    Precisam ser mais transparentes na informação sobre a obra, como:
    – Quais os órgãos que assinaram o convênio (Itaipu, Prefeituras).
    – Responsabilidade de cada um, financeira e técnica.
    – Quais as características desta obra? Existe um projeto básico de engenharia? Orçamento da Obra? Cronograma? Quais os órgãos envolvidos nas obras de implantação?
    Isto é o mínimo para uma obra destas acontecer de forma efetiva, com começo e fim, pois afinal são recursos públicos que estão sendo aplicados, sem isso é mais uma obra política sem responsabilidade nenhuma com a técnica e consequentemente com a população.
    Também quem será responsável pela manutenção desta obra? Isto está escrito no convênio?
    Sem manutenção uma obra destas tende a desaparecer e será tomada pelo mato e pela erosão.

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