Campanha sem tiro, porrada e bomba? | Fábio Campana

Campanha sem tiro, porrada e bomba?

Com a decisão de que cada presidenciável terá que estampar 75% do programa eleitoral de TV, o TSE lançou um outro desafio aos marqueteiros: quem fará a campanha contra? Candidatos normalmente não querem se expor diretamente a falar mal dos colegas, preferem dividir os programas com uma programação visual bem diferente para os ataques. Mas com as novas regras vai sobrar pouco tempo para a desconstrução dos adversários.
E tem mais, os códigos de 2018 só autorizam “críticas administrativas” e obrigam que os candidatos apresentem propostas na sequência.


Um comentário

  1. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 8 de agosto de 2018 – 12:39 hs

    Bobagem. Campanha eleitoral boa tem que ser como luta livre. Vale tudo, inclusive chute no saco, tapa na cara, dedo no olho e pé de ouvido.

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