Testemunhas relatam explosão antes da queda do avião de Carli | Fábio Campana

Testemunhas relatam explosão antes da queda do avião de Carli

Agentes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Aeronáutica, foram ao Sul do Paraná nesta segunda-feira (23) para investigar as causas do acidente. A área em que o avião caiu, na comunidade de Bela Vista, área rural de Paula Freitas, próximo a divisa com Santa Catarina, permaneceu isolada.

A aeronave modelo Seneca prefixo PR-DMC, em que estava Bernardo Carli, Laércio Tavares e Luiz Fernando Corrêa Souza, saiu de Guarapuava na manhã de domingo e seguia para União da Vitória. O avião atingiu galhos de árvores e caiu em uma área de reflorestamento de eucalipto, no trajeto para a pista de pouso do Aeroporto Municipal José Cleto, em Uniao da Vitória. As informações são do Bem Paraná.

Testemunhas em terra indicaram que a aeronave perdeu altura e começou a descer sobre os eucaliptos, em um momento de baixa visibilidade causada por neblina. Após bater nas copas mais altas, o avião se fragmentou.

As testemunhas relataram ter ouvido uma explosão no momento em que a aeronave caiu no chão. Agentes que trabalharam no local afirmam que ficou impossível identificar o prefixo ou modelo do avião apenas pelos destroços. Imagens feitas por bombeiros mostram os pedaços da aeronave.

A Secretaria de Segurança informou que vai ser instaurado um inquérito policial, paralelamente as apurações da aviação Civil.

Amigo – A aeronave bimotor pertencia à Siderquímica Indústria e Comércio de Produtos Químicos S/A. Segundo Plauto Miró, o avião era de um amigo de Bernardo. “Era de um amigo de Bernardo, que cedeu para que ele fizesse esse trajeto, para que pudesse cumprir uma agenda como parlamentar”, disse o deputado.


Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*