COPE mira quadrilha especializada em explosão de caixas eletrônicos | Fábio Campana

COPE mira quadrilha especializada em explosão de caixas eletrônicos

Uma quadrilha suspeita de explodir caixas eletrônicos e roubar carros-fortes é alvo da operação “Baixa Ordem” deflagrada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), unidade de elite da Polícia Civil do Paraná, desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (20) em Curitiba e Região Metropolitana.

Cerca de 60 policiais do Cope estão nas ruas para cumprir sete mandados de prisão e outros 12 de busca e apreensão. Um dos alvos já está preso. Éderson Machado Correia foi detido no dia 7 de outubro de 2017 pela Polícia Militar após a explosão de um caixa eletrônico na cidade de Rio Branco do Sul. Com eles, os policiais apreenderam um fuzil, colete a prova de bala, munição e uma sacola com dinheiro picado.

No momento da prisão, conseguiu quebrar o aparelho celular. Após a explosão, o Cope passou a investigar o caso e o celular do preso foi justamente o ponto de partida. Os policiais do Cope conseguiram recuperar grande parte dos dados armazenados no telefone de “Bebezão” e pouco a pouco começou a identificar os outros integrantes da quadrilha.

A polícia suspeita que esta quadrilha ou pelo menos alguns integrantes dela seja responsável pela explosão do caixa eletrônico do banco de Rio Branco do Sul ocorrido na madrugada de quarta-feira (18) e em outros seis bancos, além da tentativa de roubo de um carro forte na BR-376 próximo a Colônia Witmarsum, em Palmeira, nos Campos Gerais, em fevereiro deste ano.

Um dos alvos da operação é um vigilante que trabalhava numa empresa de segurança e dava apoio à quadrilha observando a movimentação da polícia.

A operação foi batizada como “Baixa Ordem” que é uma expressão usada quando o explosivo não funciona adequadamente.

Mais informações sobre a operação será repassada em coletiva de imprensa marcada para as 11h desta sexta-feira (20) na sede do COPE (Rua Conde de São João das Duas Barras, 1274 – Boqueirão, Curitiba).


3 comentários

  1. sexta-feira, 20 de julho de 2018 – 8:54 hs

    será que um juizéco, não vai solta-los por falta de provas?

  2. VISIONÁRIO
    sexta-feira, 20 de julho de 2018 – 10:04 hs

    Alguns crimes como estes precisam entrar na lista de hediondos.
    Comprovado o crime precisa enjaular e não soltar nunca mais.

  3. NA CORDA BAMBA
    sexta-feira, 20 de julho de 2018 – 10:07 hs

    Aqui no Brasil os crimes não são um ponto final da curva. É na
    verdade uma curva que não termina jamais. Impunidade, facilidade
    de adquirir armas e munições e leis brandas tornaram uma oportuni-
    dade fácil de enriquecer. Se não quizerem participar destas quadri-
    lhas é só se eleger para um belo político felpudo e tudo certo.

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