O 'timing' do Centrão | Fábio Campana

O ‘timing’ do Centrão

BR18

Geraldo Alckmin vê ampliar seu tempo de TV após aliança com o Centrão, mas terá de arcar com as demandas nada republicanos do bloco, caso eleito. “Nas negociações estão a presidência da Câmara para Rodrigo Maia, o tradicional espaço para os partidos nos ministérios e na administração federal, além de reviravoltas nas campanhas para os governos estaduais e na montagem das chapas para o Senado”, analisa João Domingos, no Estadão.


5 comentários

  1. Antonio Tadeu Meneses
    sábado, 21 de julho de 2018 – 8:47 hs

    Tomara que nenhum destes caciques sejam eleitos.

  2. carlos lacerda
    sábado, 21 de julho de 2018 – 9:13 hs

    ALCKIMIM POLÍTICO EXPERIENTE, GOVERNADOR 4 VEZES DO MAIOR E MAIS DESENVOLVIDO ESTADO DA FEDERAÇÃO, NÃO E UM INGENUO, ESCLAREÇO:

    A) OU O CANDIDATO ESTÁ QUERENDO FAZER BONITO NA CAMPANHA E NÃO DEIXAR O PSDB ACABAR TENDO UM DESEMPENHO REDUZIDO E INDO A BANCARROTA NAS ELEIÇÕES DE 2018, POR ESSA RAZÃO ACEITA A CHANTAGEM IMPOSTA.

    B) ALCKIMIM CAIU NO “MAIS DO MESMO”, O

  3. johan
    sábado, 21 de julho de 2018 – 10:15 hs

    Caro FABIO, o morcego chefe ALKMIN SUGADOR não está nada preocupado com os compromissos, nada republicanos e espúrios, que deverá realizar para ganhar a presidência, pois ele sabe muito bem, como tirar o sangue dos brasileiros, pois faz isso há mais de 20 anos, e distribuir entre os participantes do botim, é coisa fácil. Os eleitores brasileiros devem ficar ATENTOS, pois será com o nosso próprio sangue que sustentaremos esse novo grupo, por mais 30 anos. Não se enganem. Lembrem se, que 14,0 milhões de desempregados já estão fazendo isso. O carioca já conhece a ausência de segurança, pois vivem uma guerra diária. Atenciosamente.

  4. saulo
    sábado, 21 de julho de 2018 – 12:36 hs

    Centrão CANHOTO corrupto!

  5. Rafael de Lala Sobrinho Edif.
    sábado, 21 de julho de 2018 – 21:05 hs

    Discordo do colega João Domingos, do Estadao: a composição do Centrão com Geraldo Alckmin tem sim um perfil republicano, porém apontando para o semipresidencialismo tipo Portugal, França, etc; em que o presidente é o chefe de Estado mas delega a gestão a um gabinete extraido da Câmara. Como vigorou – com êxito – durante o II Império.
    A propósito, as primeiras versões do Manifesto Republicano em 1870, previam um Executivo dual, seguindo o modelo imperial; em má hora substituido pela concentração de poder em um presidente – dando origem a 128 anos de crises que se repetem ao longo de uma crônica historica turbulenta; pq o Congresso não guarda compromisso com a governabilidade do sistema político.

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