Gaeco investiga irregularidades em licitações para coleta do lixo | Fábio Campana

Gaeco investiga irregularidades em licitações para coleta do lixo

Do Bem Paraná

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e o Grupo Especial de Proteção ao Patrimônio Público (Gepatria) de Guarapuava (Centro-Sul paranaense), em conjunto com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e com apoio da Polícia Militar, deflagraram na manhã desta terça-feira, 24 de julho, a Operação Container, que apura a prática de crimes de cartel, fraude a licitação, corrupção ativa e passiva e crimes contra o meio ambiente no âmbito de licitações municipais para contratação do serviço de destinação de resíduos sólidos.

As equipes do Ministério Público do Paraná, do Cade e da PM cumprem seis mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão provisória e 36 mandados de busca e apreensão.

As buscas são realizadas em escritórios do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em Curitiba e em Francisco Beltrão e em empresas e residências de Araucária, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Nova Esperança do Sudoeste, Dois Vizinhos, Enéas Marques, Salto do Lontra, Cafelândia e Umuarama. Dois dos mandados de prisão dirigem-se a técnicos do IAP (um em Curitiba, outro em Francisco Beltrão).

De acordo com as investigações do MPPR – envolvendo fatos ocorridos a partir de 2014 –, dois grupos empresariais com sede na região Sudoeste organizaram-se para fixar artificialmente o preço máximo das licitações de resíduos sólidos e regionalizar o mercado por municípios, o que caracteriza a prática do crime de cartel.

Conforme o Gaeco, dois grupos empresariais instalados na região sudoeste do estado fixavam artificialmente o preço máximo das licitações de resíduos sólidos e regionalizavam o mercado por municípios. As investigações miram pelo menos 200 processos licitatórios de 11 cidades do Paraná desde 2014.

Os crimes investigados na operação são prática de cartel, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e crimes contra o meio ambiente.


7 comentários

  1. Rafagnin
    terça-feira, 24 de julho de 2018 – 19:46 hs

    O IAP na lata do lixo. Eita governo corrupto. Ainda bem que acaba logo.

  2. terça-feira, 24 de julho de 2018 – 19:53 hs

    Esquisito que até agora ninguém disse o nome das empresas e as pessoas que estão sendo investigadas ………dizem que tem politicos do sudoeste no meio. Será? Esquisito. RPC falou mas tem algo no ar!Gazeta do povo nem deu a matéria. Sei la.

  3. DIREITA DISCRIMINADA
    terça-feira, 24 de julho de 2018 – 22:40 hs

    POSTOS DELTA E SABIÁ ECOLÓGICO… Só COMPLETOS IDIOTAS e/OU ENVOLVIDOS NO ESQUEMA não sabem, ou nem querem saber. Maior máfia do paraná, depois do pedágio… e o pior é que deve haver ligação… mesmo não havendo os líderes presidem os poderes do falido ESTADO… É muito triste…

  4. Xico
    quarta-feira, 25 de julho de 2018 – 8:29 hs

    Cade os nomes destes corruptos, ladrões do dinheiro público, é dinheiro do povo e temos que saber!

  5. Chicão
    quarta-feira, 25 de julho de 2018 – 10:17 hs

    Licitações de coleta de lixo deve ser umas das investigações, porém deve ter outras falcatruas por traz disso tudo; Como doações de terrenos por conta de liberações de loteamentos, defesas de infrações indicadas em benefícios próprios, ou seja: Autua e indica a quem recorrer para fazer a defesa.

  6. Professor Paulinho
    quarta-feira, 25 de julho de 2018 – 15:51 hs

    Infelizmente este órgão do estado está repleto de corruptos, sabe-se de funcionários do IAP próximo de Beltrão que recebe 15 mil por liberação de alvará de posto de combustível. O Gaeco já deveria estar investigando estes safados há muito tempo, o cara se faz de santinho e bom professor. Rsrsrsrsrs

  7. Chiquinho
    quinta-feira, 26 de julho de 2018 – 15:57 hs

    Ha tempos passados houveram boatos ou verdades que servidores do IAP possuíam Viveiros particulares e utilizavam insumos da Empresa para produção de suas próprias mudas

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