A História não importa no presente | Fábio Campana

A História não importa no presente

“É uma ferida que tem que ser cicatrizada. Esqueçam isso. O povo está sofrendo com desemprego, com mulheres sendo estupradas. Se eu chegar lá [na Presidência], é daqui para frente”.
Jair Bolsonaro, em entrevista ao Roda Viva, ao ser questionado sobre os arquivos da ditadura militar.

(Foto: Reprodução/TV Cultura)

 


4 comentários

  1. Mohamad
    terça-feira, 31 de julho de 2018 – 18:09 hs

    Jornalistas esquerdopatas I.D.I.O.T.A.S, a Venezuela está uma maravilha

  2. Diego
    terça-feira, 31 de julho de 2018 – 20:21 hs

    Os jornalistas esquerdistas não se importam em emitir nenhuma solidariedade sequer por todos os milhões de mortos pelo socialismo na URSS, na China, em Cuba, em Camboja, na Hungria, na Ucrânia. Por que exigem tanto que Bolsonaro revire os arquivos da ditadura militar, infinitamente menos violenta do que foi o socialismo. Por que fazem cara de nojinho quando houvem o nome do Ustra, que perto de Stalin, Pol Pot, Mao e Fidel Castro é um molequinho descalço?
    Isso é, obviamente, uma desconexão total entre discurso e realidade, uma alienação absoluta, uma empulhação para disfarçar o seu gosto irracional e inaceitável pelo pior e pelo mais monstruoso.

  3. antonio carlos
    terça-feira, 31 de julho de 2018 – 21:03 hs

    E não é que o ex-capitão está certo, ficar chorando leite derramadonão leva a nada. Se continuarmos com isto vamos criar fantasmas onde não existem, se continuarmos olhando o passado vamos ver aparecer entre nós as “locas” da Plaza de Mayo, porque loucos temos muitos
    por aqui e não precisamos de mais.

  4. antonio carlos
    terça-feira, 31 de julho de 2018 – 21:03 hs

    E não é que o ex-capitão está certo, ficar chorando leite derramado não leva a nada. Se continuarmos com isto vamos criar fantasmas onde não existem, se continuarmos olhando o passado vamos ver aparecer entre nós as “locas” da Plaza de Mayo, porque loucos temos muitos
    por aqui e não precisamos de mais.

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