Investigação de supersalários de juízes não avança no CNJ | Fábio Campana

Investigação de supersalários de juízes não avança no CNJ

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ainda não avançou na apuração de eventuais irregularidades nos supersalários da magistratura. Em agosto do ano passado, a presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia, determinou que tribunais de todo o País enviassem ao conselho as remunerações dos seus juízes, que foram publicadas no portal do conselho. A ministra havia prometido acionar a Corregedoria do CNJ para apurar possíveis abusos e até sinalizou a criação de uma comissão para se dedicar ao tema, mas as promessas não saíram do papel.

Pelo menos 14 integrantes do CNJ receberam em 2017 rendimento acima do teto (R$ 33,7 mil). O conselheiro Aloysio Corrêa da Veiga, do TST, embolsou R$ 110 mil em dezembro. Eles negam irregularidades. O CNJ não se manifestou. As informações são do Estadão.


7 comentários

  1. Palpiteiro
    domingo, 3 de junho de 2018 – 12:17 hs

    Investigações contra juízes e promotores jamais avançam. Julgam-se inatingíveis.

  2. Ilha da uta...
    domingo, 3 de junho de 2018 – 13:55 hs

    Não precisa ir tão longe… só olhar no site de transparência do Tj PR que teve gente da cúpula que também ganhou mais de R$ 109 mil em dez/2017!!!!

  3. CARTA DE OURO
    domingo, 3 de junho de 2018 – 14:18 hs

    Se os julgadores não querem cumprir a lei e a ética, o resto não muda.

  4. Xeroque Rolmes
    domingo, 3 de junho de 2018 – 21:36 hs

    Devemos tratar os desiguais na medida de sua desigualdade

    Se estão com inveja dos juizes, que façam concurso pra juiz

    Eles estudaram muito e merecem essas mordomias

    Dissertem

  5. bs
    domingo, 3 de junho de 2018 – 21:49 hs

    Esse é o Brasil, quem deveria ser o exemplo.
    Melhor solução é alugar o Brasil.

  6. Parreiras Rodrigues
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 12:03 hs

    As togas são vestimentas – ridículas, por sinal, bastante grandes pois precisam agasalhar enormes bolsos.

  7. junior
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 13:23 hs

    Se alguém tem alguma esperança, basta acessar o link e ver a opinião de Eliana Calmon Corregedora-geral do CNJ entre os anos de 2010 e 2012. A hoje advogada atuou contra benefícios irregulares de magistrados e servidores do Judiciário que faziam com que rendimentos ultrapassassem teto constitucional e observa que nada mudou. Sobre o CNJ, afirma: “O CNJ tem poder censório, mas tem perdido sua força na medida em que são colocados conselheiros muito jovens, por indicações políticas. Desta forma, ficam vulneráveis atendendo a pedidos políticos.”

    https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,nada-mudou-diz-eliane-calmon-sobre-transparencia,70001957808

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*