E o Requião, decidiu? | Fábio Campana

E o Requião, decidiu?

Não há dúvidas. Requião será candidato a senador e vai apoiar Osmar Dias para o governo, como quer a quase absoluta maioria dos seus seguidores no PMDB. Preocupação? Nenhuma. Ele está convencido de que leva fácil uma das duas vagas em disputa para o Senado. Se considerarmos as pesquisas para o Senado divulgadas até agora, Requião tem toda a razão. Ele tem um percentual firme de votos que na verdade é o residual de três mandatos de governador e dois de senador. E conta, também, com o segundo voto de boa parte do eleitorado.


7 comentários

  1. Cris Mascarenhas
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 17:03 hs

    Votar no Requiao para qualquer cargo, qualquer que seja é assinar atestado de óbito ou loucura!!

  2. Zé Povinho
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 17:56 hs

    Está na cara de que Maria Louca prefere garantir o atual emprego do que levar chumbo tentando voltar ao trono do palácio Iguaçu. O velho é louco mais nem por isto precisa ser burro. A corrida para o Senado já tem dois vencedores, os dois ex-governadores e, isto prova o quê? Que o eleitor tem medo de “perder o voto”, votando num candidato novo, aí ele pode passar pelo menos dois anos reclamando desta canalha que não o representa, mas na qual ele votou.

  3. segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 19:31 hs

    Votar nesse Mary Crazy que vive atacando o juiz Sérgio Moro é jogar o VOTO fora. Meu voto nunca mais!

  4. JÁ ERA...
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 19:33 hs

    Os Paranaenses foram burros nas eleições passadas, porem
    tatuar mais uma vez na testa este vexame é de matar !!!

  5. BinLaden
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 21:26 hs

    Decidiu sim, vai cuidar da plantão de MAMONA

  6. bs
    segunda-feira, 4 de junho de 2018 – 21:34 hs

    Requião e Richa, não temos alternativa, os dois são a mesma m……

  7. CAÇADOR DE VERMES PETISTAS
    terça-feira, 5 de junho de 2018 – 16:26 hs

    Cris Mascarenhas

    VOTAR NO REQUIÃO é deixar esse velho VADIO por no mínimo mais 4 anos vivendo as custas do dinheiro público.

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