Um Congresso que não se renova | Fábio Campana

Um Congresso que não se renova

Renovação do Congresso Nacional é só ser um grito sem sentido da população e um palavrório nas campanhas de candidatos iniciantes. A realidade mostra coisa bem diferente.
Em 2014 foram eleitos 513 deputados federais. 209 estavam lá e foram reeleitos; os 223 representaram renovação? Não mesmo. 199 já tinham alguma ligação com a velha guarda, participaram de outras legislaturas ou de outras instâncias do poder. Novo mesmo, sem nenhuma ligação, só 24 parlamentares, o que representa 4,7% do total.


4 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 15:06 hs

    Não vai haver renovação maior do que a média histórica que é de 35 a 40%. Sem dinheiro então, a renovação será ainda menor, favorecendo os velhos conhecidos e aqueles que conseguirão dinheiro de caixa 3 e 4 do tráfico de drogas, de armas, do contrabando e do crime organizado violento que tem cash para isso. Graças a justiça e aos demiurgos. Quem sabe Battisti se eleja.

  2. Ein Sof
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 16:24 hs

    Apenas permitindo-se financiamento público e privado, esqueçam.
    Acho engraçado que querem as coisas mas não suas consequências…
    Além dos que o Doutor Prolegômeno citou, vão ter bastante dinheiro também os candidatos de organizações religiosas.
    Parabéns para quem teve tal ideia de jerico.

  3. Ein Sof
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 16:27 hs

    Onde falei em financiamento privado, entenda-se doações por pessoas físicas e recursos do próprio candidato.

  4. Sergio
    quinta-feira, 10 de maio de 2018 – 6:57 hs

    O maior problema é que a chamada renovação em através de filhos, sobrinhos, primos (familiares), criando assim grandes feudos.

    A população precisa aprender a nã reeleger e nem votar mais em sobrenome.

    Precisamos de uma reforma política, um deputado não pode ter mais que dois mandatos, se quiser continuar na política, ou vai para um cargo acima ou volta para a base (vereador).

    E a juventude deveria participar mais, mas com racionalidade.

    Chega de perpetuar sobrenomes no poder.

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