TRE manda suspender divulgação da pesquisa Radar | Fábio Campana

TRE manda suspender divulgação da pesquisa Radar

O juiz Jean Leeck, do Tribunal Regional Eleitoral, mandou suspender neste sábado, 26, a divulgação da última pesquisa do instituto Radar Inteligência sobre a intenção de voto para as eleições ao governo do Paraná e às duas vagas do Estado ao Senado da República. O magistrado acatou pedido de liminar do Partido Progressistas que apontou erros nos questionários em relação à estratifucação de renda familiar e “inequivocamente a distorção decorrente da divergência de parâmetros, inclusive com planilha de cálculo e tabelas”.

“Defiro a liminar postulada para suspender a decisão apontada como ato coator e, emprestando efeito ativo à presente decisão, determinar que o instituto Radar Inteligência se abstenha, a partir da ciência formal, de divulgar a pesquisa até o julgamento meritório da impugnação que se processa nos autos”, diz o despacho do juiz Jean Leeck.

“Uma vez que o instituto é o próprio contratante da pesquisa estipulo multa pelo descumprimento no importe de R$ 50 mil por evento, a partir da formalização da intimação. Intime-se. Dê-se ampla divulgação a esta decisão, inclusive notificando os meios de comunicação cujo cadastro esteja disponível na serventia administrativa”, completa a decisão do juiz.


3 comentários

  1. CELI
    sábado, 26 de maio de 2018 – 19:03 hs

    SUSPENDERAM PORQUE ???????????

    A CIDA TINHA QUE ESTAR COM 80 PONTOS NA PESQUISA AO INVÉS DE 8 POR CENTO ????????????

    É POR ISSO QUE O PP DA GOVERNADORA PEDI?U IMPUGNAÇÃO?

    PARABÉNS kkkkkkk

  2. jcamargo
    sábado, 26 de maio de 2018 – 19:04 hs

    INSTITUTO RAdarTINHO!!!!

  3. CELI
    sábado, 26 de maio de 2018 – 19:33 hs

    CONFORME TRECHO ABAIXO DA REVISTA ISTO É DIZ QUE O PP É UM PARTIDO CORRUPTO

    Partido mais encalacrado na Lava Jato, o PP, com 31 parlamentares sendo investigados por corrupção, parece mesmo gostar de flertar com malfeitos. Para chegar à posição de segunda maior bancada na Câmara, com 54 deputados, ficando atrás apenas do PT, mas superando MDB e PSDB, o partido montou uma operação com o uso de dinheiro público para cooptar novos parlamentares. O esquema foi montado pelo presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira (PI), pelo então ministro da Saúde, deputado Ricardo Barros (PR), e pelo deputado Arthur Lira (Al), ex-presidente da Comissão do Orçamento. Os três articularam o ingresso de sete desses novos deputados ao partido em março, durante a abertura da “janela partidária” – período em que a Justiça Eleitoral permite a troca de partido para a disputa de novo mandato. A cooptação ocorreu por meio de dinheiro do Fundo Nacional da Saúde (FNS) para os municípios onde os deputados têm base eleitoral. Além dos recursos da Saúde, os parlamentares obtiveram a promessa de receber R$ 2,5 milhões do Fundo Partidário para cada um tocar sua campanha à reeleição este ano.

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