Réus do caso "Copel-Olvepar" terão que devolver R$ 39,6 milhões | Fábio Campana

Réus do caso “Copel-Olvepar” terão que devolver R$ 39,6 milhões

O Tribunal de Justiça do Paraná bateu o martelo e condenou Ingo Hubert, ex-presidente da Copel, Luiz Sérgio da Silva, da Olvepar, e o doleiro Alberto Yousseff pela prática de ato de improbidade administrativa, no caso conhecido como “Copel-Olvepar”.
Os réus receberam como penas: suspensão dos direitos políticos, ressarcimento aos cofres públicos de R$ 39,6 milhões (valor que receberá correção e juros) e multa civil de 20% do valor atualizado do dano.
O caso: Em 2002, uma empresa que tinha crédito de R$ 15 milhões a receber da Óleos Vegetais Paraná S/A (Olvepar) aceitou como pagamento crédito de ICMS que a Olvepar tinha com o Estado do Paraná. Embora o Tribunal de Justiça tenha reconhecido o crédito como irregular, o governo paranaense autorizou o reconhecimento de créditos de ICMS no valor de R$ 67 milhões. A Copel comprou então créditos de ICMS da Olvepar, com desconto, no montante de R$ 39,6 milhões. A grana foi distribuída a pessoas do grupo político então no poder, por meio do doleiro Yousseff.


9 comentários

  1. Abigail
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 14:14 hs

    E os irmãos Leone Viana?

  2. francesco
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 14:32 hs

    Em qualquer lugar, ato ou negócio que o Sr.Luiz Sergio da Silva estiver presente, tenham a certeza absoluta que é treta, falcatrua, ou como diria aquela ex-anta presidenta, é malfeito.

  3. quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 14:41 hs

    PORQUE SÓ DEPOIS DE QUINZE ANOS, ISSO É FAZER JUSTIÇA???

  4. Ein Sof
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 14:59 hs

    Perguntar não ofende: qual era o grupo político no poder?
    Não era o grupo de um certo senhor o qual tem gente que jura que é deus?

  5. Professor Carlos Antônio
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 16:17 hs

    Então minha gente, o governador do estado nesta época não era o Mamona Maluquinho? Será que ele teve algo a ver com isso? Eu acredito que não e você?

  6. xiru de palmas
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 18:44 hs

    Mas a pergunta maior ninguem faz, ou então porque não conhecem o assunto a fundo.
    Os créditos do ICMS eram legítimos, o que não poderia ocorrer era a Olvepar vende-los pois estava em situação da falência.
    Onde foi para a parte do dinheiro que tocou para a Olvepar?
    Os credores, principalmente os coitados pequenos agricultores quer entregaram suas pequenas safras para a empresa estão há vinte anos esperando seus pagamentos.
    Como a Olvepar “escondeu” este crédito no momento de sua falência, há que se condenar tambem os diretores da empresa, pois com certeza a parte deles da venda dos créditos foi embolsada e com certeza nem declarada a ninguem

  7. xiru de palmas
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 18:47 hs

    Só para esclarecer:
    O GOVERNADOR ERA O SENHOR JAIME LERNER, que nomeou o Ingo como secretário da fazenda e presidente da copel.
    Deixou a raposa com o galinheiro de portas abertas.
    Então vejam como era a administração do maior arquiteto de todas as galáxias

  8. Paulo Tadeu Macedo Neves
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 20:25 hs

    Pelo que eu lembro, tinha um conselheiro do Tribunal de Contas no Meio.

  9. Ein Sof
    quarta-feira, 9 de maio de 2018 – 21:19 hs

    Isso mesmo, Xiru de Palmas.
    O maior arquiteto de todas as galáxias, o deus!

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